Burcas, imigrantes no D. Maria II e direita radical europeia na Ericeira
A newsletter da SÁBADO desta terça-feira
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Portugal acolhe a primeira academia da família europeia do Chega. Vêm eurodeputados de toda a Europa, alguns manchados por processos e pelo fascínio por regimes fascistas.
Com a vitória da AfD na Saxónia-Anhalt, o partido radical faz um caminho até ao poder. O que fazem quando chegam à governação depende da robustez das instituições, da complexidade do sistema político e, claro, se os partidos radicais governam com (ou sem) maioria.
Este domingo, Péter Magyar deu até à meia-noite para Tamás Sulyok se demitir. Não aconteceu e agora o primeiro-ministro quer mudar a Constituição.
Péter Magyar põe fim ao governo de 16 anos de Viktor Orbán. Novo executivo promete restabelecer os laços com a União Europeia.
A guerra com o Irão tem custado alguns apoios políticos a Donald Trump por parte da direita nacionalista europeia. O investigador Riccardo Marchi explica o verdadeiro motivo das críticas.
Aliado do líder do Chega perdeu as eleições legislativas da Hungria realizadas este mês.
Notícias divulgadas pela imprensa húngara indicaram que o ministro Péter Szijjártó teria transmitido a Serguei Lavrov "informação sensível, reservada e que nunca devia ter chegado a um governo que promove uma agressão contra a Ucrânia".
A viagem é considerada uma "ampla oportunidade para discutir quais são as posições do novo governo e avançar a partir daí".
A reparação deste oleoduto tem sido, nos últimos meses, o centro de um impasse entre a Ucrânia e a Hungria.
Joana Ricarte partilha com a SÁBADO que ainda é difícil prever como Péter Magyar vai liderar a Hungria mas refere que “vai ter de enfrentar muitos desafios domésticos para fazer a Hungria regressar a uma democracia liberal de valores europeus”.
Orbán perdeu na Hungria.
Veio do Fidesz, mas desencantou-se com Orbán e conseguiu uma vitória retumbante nas eleições deste domingo.
Com cerca de 92% dos votos apurados, Péter Magyar e o seu partido Tisza, estão prestes a conquistar uma maioria de dois terços no parlamento, ou seja, 138 lugares. O Fidesz de Orbán terá 54 e o partido de extrema-direita, Mi Hazank, ficará com sete lugares.
A participação eleitoral foi de 77,8%. Mais de 5,8 milhões de eleitores foram às urnas votar.
Além da AP-OSCE, a missão internacional de observação eleitoral integra elementos do Escritório para as Instituições Democráticas e Direitos Humanos (ODIHR, na sigla em inglês) e da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.