Fenprof alerta para agravamento da falta de professores e exige revisão da carreira
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Metade dos 88 agrupamentos inquiridos diz ter chegado ao final do 1.º período com, pelo menos, um horário por preencher.
O secretário-geral explicou que o horário dos professores está dividido em componentes letiva, não letiva e de trabalho individual, que faz que os docentes trabalhem "mais de 50 horas por semana".
Distância entre a residência e a escola tem de ser superior a 70 quilómetros.
Encarregados de educação estão preocupados.
Em entrevista ao NOW o candidato à Presidência revelou qual seria a melhor medida para saúde, o que o distingue de Marques Mendes e como pretende conquistar o eleitorado abstencionista.
Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos elege ainda as avarias nos elevadores das estações de metro como algumas das situações que é urgente melhorar.
OE2026 prevê um "aumento de 6%" para as áreas da educação, ensino superior e ciência, ou seja "mais 621 milhões de euros".
Secretário-geral da federação sindical defende ações imediatas para valorizar a carreira docente e suprir a falta de docentes.
A profissão é pouco atrativa e nos últimos anos milhares abandonaram o ensino, mas ainda há quem queira dar aulas. Conheça três jovens em contracorrente e as suas motivações.
Fernando Alexandre não avançou com datas específicas para a substituição dos 700 professores que vão reformar-se neste arranque de ano letivo, mas garantiu que o Governo está a trabalhar "em múltiplas dimensões".
As notícias desta manhã.
Segundo a Fenprof existe mesmo um agrupamento da zona de Lisboa onde hoje de manhã ainda faltam colocar 12 professores do 1.º ciclo.
À semelhança do ano passado, Fernando Alexandre voltou a comprometer-se com a valorização dos profissionais, recordando os desafios enfrentados na educação e o caminhou que começou a trilhar.
Com 28 anos de experiência, a professora do 1.º ciclo alerta para a medicalização. “Como posso exigir a uma criança de 6 anos que tenha uma concentração máxima, quando os adultos à volta não a têm.”