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Mao morreu há 50 anos, mas continua vivo para os chineses. E tornou-se um ícone da cultura pop
Catarina Gonçalves Pereira, em Macau

Maoismo – o legado ainda corre nas veias da China

Mao Tsé-Tung morreu a 9 de setembro de 1976, mas continua bem vivo na cultura política chinesa. Apesar dos “crimes hediondos que cometeu” e do rasto de morte e sangue, os mitos sobre o Grande Líder “continuam profundamente enraizados na memória coletiva”. Vivem no nacionalismo, no aparelho repressivo, nas expressões ditas no dia a dia.

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal
Susana Lúcio

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal

O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.

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