Ucrânia: Bruxelas disponível para retomar proposta sobre uso de ativos russos congelados
Objetivo é apoiar financeiramente a Ucrânia.
Objetivo é apoiar financeiramente a Ucrânia.
Apesar de a proposta não ter tido apoio suficiente na UE.
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
O líder russo comentava a decisão da UE de optar pela emissão de dívida para financiar a Ucrânia em 90 mil milhões de euros em 2026 e 2027, em vez de usar os ativos da Rússia congelados.
União Europeia terá de decidir se fará um empréstimo assente em bens da Rússia congelados ou uma emissão de dívida conjunta, que não é apoiada por todos e exige unanimidade.
A cimeira europeia começa esta quinta-feira e pode prolongar-se por vários dias até que seja tomada uma decisão.
O tema será discutido pelos líderes da UE na cimeira que arranca na quinta-feira, num encontro de alto nível que é visto como decisivo, já que a Ucrânia fica sem financiamento disponível na próxima primavera.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros discutem esta segunda-feira a proposta de apoio à Ucrânia para os próximos dois anos, para tentar desbloqueá-la a tempo da reunião de líderes da União Europeia (UE), no final da semana.
António Costa promove apoio o financeiro à Ucrânia numa carta enviada aos chefes de Governo e de Estado da UE, em antecipação de cimeira europeia.
Passar do congelamento ao confisco de activos de um estado soberano pode ter consequências devastadoras e gravosas para a economia da zona euro.
Comissão Europeia propôs recorrer aos ativos russos congelados após a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, para financiar um empréstimo de 140 mil milhões para a sua reconstrução.
O Presidente ucraniano esteve em Bruxelas para convencer os aliados a usarem ativos russos congelados no esforço de guerra da Ucrânia.
Por incúria, má-fé, incompetência ou irresponsabilidade institucional o estado português dá o flanco e é assim que se caminha para a desgraça em todas as guerras.
Os líderes do G7 chegaram a um acordo em outubro para utilizar os juros gerados pelos ativos soberanos russos congelados nas suas jurisdições, devido a sanções aplicadas pelos países ocidentais, para garantir um empréstimo de cerca de 45 mil milhões de euros a favor da Ucrânia.
A Comissão Europeia está a ponderar retirar apenas os lucros reinvestidos, acautelando um possível processo por parte da Rússia.
A Ucrânia sobrevive às sucessivas campanhas de bombardeamento e incursões graças ao auxílio ocidental e a uma enorme sangria militar. A paz continua a ser uma perspetiva distante.