Número de mortos por Ébola na RD Congo ultrapassa a barreira dos 500 óbitos
Foram igualmente registados 1.561 casos confirmados, a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.
Foram igualmente registados 1.561 casos confirmados, a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.
O caso foi detetado na província de Haut-Uélé, na fronteira com o Sudão do Sul e a República Centro-Africana. Trata-se de uma pessoa que viajou desde Bunia, capital da província vizinha de Ituri.
Ao todo, foram confirmados 1.203 casos de Ébola.
Mais de um quarto dos 1.155 doentes já confirmados no país morreram.
O anterior balanço apontava para 1.096 infetados e 277 mortes
Apesar da rápida evolução do surto de ébola no Congo, a infecciologista Margarida Tavares afirma que a transmissão fora do continente africano é rara.
Portugal defronta a República Democrática do Congo na quarta-feira, 17 de junho, em Houston, nos Estados Unidos.
Em nome da ciência e da investigação em saúde, os ratinhos do biotério do GIMM, que visitámos, servem de cobaias para novos avanços em fármacos ou tratamentos de doenças humanas, como o cancro. Há uma gama alargada de procedimentos legais para garantir que, do início ao fim, sofrem o menos possível
Surto de Ébola no país já causou 91 mortos.
O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) assinalou que a província de Ituri continua a ser o epicentro, com mais de 94% dos casos (460).
Existem cerca de 750 casos suspeitos de Ébola e 177 mortes suspeitas na RDCongo, um país com cerca de 100 milhões de habitantes onde a epidemia "se propaga rapidamente", alertou na sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Surto de Ébola no Congo já provocou mais de 100 mortes. Segundo o infecciologista Jaime Nina, o cenário pode ainda vir a piorar.
Os dados mais recentes indicam que o surto já causou pelo menos 88 mortos, com 336 casos suspeitos, na RDCongo. No Uganda, foram reportados dois casos confirmados, sem ligação aparente, na capital Kampala, entre pessoas que viajaram da RDCongo.
A doença foi localizada nas cidades de Rwampara, Mongwalu e Bunia e o caso índice presumido – um enfermeiro do Centro Médico Evangélico – trabalhava em Bunia e o seu caso data de 24 de abril.
A diretora do ECDC adiantou que os hantavírus estão identificados na literatura científica há mais de cinco décadas, reiterando que precisam de um longo período de exposição e de um contacto muito intenso para se transmitirem.
Trata-se de um cidadão norte-americano, que não apresenta sintomas, e uma mulher francesa.