Sábado – Pense por si

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A família imperial disputa a sucessão e um homem paga 30 mil euros para ser conde
Raquel LitoSónia Bento

Venda de títulos no mercado negro, pratas desaparecidas e palácios trancados: as guerras dos descendentes de D. Pedro II

Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.

O artista fotografado por David LaChapelle, para lançar a nova tournée
Luísa Oliveira

Os "pacatos" 85 de Ney Matogrosso

Ao mesmo tempo que anuncia 10 concertos em estádios para 2027, está cada vez mais envolvido na preservação das espécies. O artista Ney Matogrosso recusa-se a abrandar.

Bruno Faria Lopes

Ana Jorge: “Um gestor nosso foi recebido com uma arma no banco do carro"

Ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa afirma que a sua exoneração elo governo da AD foi um "saneamento político". Ana Jorge critica cortes cegos da atual gestão e a perda de autonomia financeira da Santa Casa. E conta o caos que descobriu no Brasil, entre a falta de contas e uma arma no banco de um carro.

Ângelo Rodrigues
Gabriela Ângelo

Ângelo Rodrigues, o ator viajante pela segunda vez em coma

Ator de 37 anos foi internado com uma pneumonia por aspiração, mas já foi desentubado e encontra-se estável. Depois de ter recuperado de outro problema de saúde, sofrido em 2019, regressou aos ecrãs e protagonizou recentemente a série mais vista do Brasil na Netflix.

Raquel Lito

Miguel Falabella: “Nunca fui de droga. A cocaína levanta o pior das pessoas”

Foi ator da Globo durante 39 anos, fez de vilão em várias novelas e atingiu o pico de popularidade com Caco da sitcom Sai de Baixo. Em Lisboa para apresentar a peça Fica Comigo Esta Noite, revela que dorme cinco horas, vai ao ginásio às 6h30, mas fuma (às vezes), e evitou sempre expor os filhos adotivos por uma questão de saúde mental. Veja o vídeo.

Não normalize a doença (2)

Na cultura oriental, que tem na relação com a doença um carácter menos intervencionista, o foco está no doente e não na doença, procurando entender as razões das manifestações sintomáticas, compreendendo a pessoa que as apresenta e o seu modo de vida.

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