Sábado – Pense por si

Editorial

Reparar é imoral, mas o governo não consegue dizê-lo

Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de setembro

Como navegar na crise da habitação, como evitar o burnout do regresso, como entender o assalto-não assalto na sede do Chega, a nova vida de Marcelo Rebelo de Sousa e os novos bff Montenegro e Seguro. Um mês de grandes mudanças e grandes notícias.

Jorge Palma
Diogo BarretoGonçalo Correia

Jorge Palma (1950-2026), o adeus ao príncipe fora-da-lei

De criança prodígio a "fora-da-lei" universalmente acarinhado, Jorge Palma reinventou o amor e a liberdade na canção em português. Ao longo de mais de 50 anos fez poesia a partir da condição humana e da arte de amar. O príncipe da música portuguesa morreu aos 76 anos.

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Nuno Rebelo de Sousa na sua audição na Comissão Parlamede Inquérito
Maria Henrique Espada

Quem é o dr. Nuno Rebelo de Sousa, o Nuninho?

Trabalhou no BES, na PT e na EDP, empresas com que o pai tinha boas relações. Estudou nos Salesianos do Estoril e na Católica, mas nunca se interessou pela política. E saltou para a ribalta com o caso das gémeas luso-brasileiras que assombra o mandato presidencial do pai.

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