Irão: Teerão considera irrelevante fim do prazo para acordo com EUA
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusa os Estados Unidos de "flagrantes violações" do memorando de entendimento.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano acusa os Estados Unidos de "flagrantes violações" do memorando de entendimento.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão ressalvou que um acordo com Omã não levará, por si só, à reabertura imediata do estreito de Ormuz, argumentando que o bloqueio iraniano foi uma consequência da ofensiva militar dos Estados Unidos.
Trump afirmou que estão a decorrer negociações, ao contrário do que afirmou Teerão previamente. Segundo o presidente, as conversações incidem em particular sobre uma reabertura do estreito de Ormuz, possível "já amanhã".
Afirmando ser "um forte defensor da livre iniciativa", Trump citou a ExxonMobil e a Chevron como algumas das que mais lucraram com as consequências da guerra.
“Não haverá nenhuma negociação, em nenhum nível, com a parte norte‑americana”, declarou na segunda‑feira à noite o porta‑voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, citado pela agência IRNA.
Presidente norte-americano disse ainda que o dinheiro cobrado seria usado para “serviços prestados como ‘anjo da guarda’ aos países do Médio Oriente, para efeitos de reembolso de custos passados, presentes e futuros”.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, garantiu, esta terça-feira, que o Irão vai “derrotar o mal”, reagindo aos ataques lançados pelos EUA e por Israel. O responsável questionou ainda a “ameaça iminente” invocada pela Casa Branca para justificar os bombardeamentos.
Os dois países têm trocado ameaças. Trump disse que se as forças de segurança iranianas matassem mais algum manifestante os EUA iriam responder. Já o Irão prometeu retaliar.
Tratam-se dos generais Gholamreza Mehrabi e Mehdi Rabbani.
A jornalista italiana foi presa na capital do Irão, a 19 de dezembro. "O avião que leva Cecilia Sala de Teerão [capital do Irão] para casa está a voar", informou a primeira-ministra Giorgia Meloni esta manhã.