Gasóleo subiu 2,5 vezes mais do que a gasolina
Inflação nos produtos energéticos volta a explicar boa parte da subida dos preços no mês de abril. Leitura final do INE mostra que variação homóloga de 3,3% é a maior em quase dois anos.
Inflação nos produtos energéticos volta a explicar boa parte da subida dos preços no mês de abril. Leitura final do INE mostra que variação homóloga de 3,3% é a maior em quase dois anos.
O partido alega que "os desenvolvimentos internacionais mais recentes, designadamente o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente, com relevância para o conflito que envolve o Irão e os respetivos impactos nos mercados energéticos, estão já a produzir efeitos negativos muito concretos na economia europeia e, em particular, na economia portuguesa".
Zelensky tinha acusado no sábado a Rússia de intensificar os seus ataques contra a Ucrânia em vez de responder à sua proposta de uma trégua durante o período da Páscoa ortodoxa.
Poderão surgir medidas "direcionadas e de curto prazo" sem alterar o sistema energético europeu.
A Associação Portuguesa das Indústrias de Cerâmica e Cristalaria diz que 30% dos seus custos são energéticos. Com um escalar dos preços, em particular do gás natural, os prazos de entregas podem ficar comprometidos e aumentar preços será inevitável se o conflito durar para lá de um mês
O primeiro-ministro ultra nacionalista disse que o Governo de Budapeste não quer financiar o esforço de guerra e "não quer pagar mais pelos recursos energéticos".
Empresa assegurou que os voos não enfrentarão "problemas energéticos ou ambientais, e antecipou que não haverá dificuldade em obter combustível para os seus serviços Miami-Caracas e Miami-Maracaibo".
O presidente russo, Vladimir Putin, chega esta quinta-feira à Índia com o objetivo de aprofundar os laços económicos, de defesa e energéticos entre os dois países. O jornalista da Associated Press Rajesh Roy explica os temas que deverão ser abordados com entre Putin e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Estimativa rápida do INE revela que a variação homóloga do índice de preços no consumidor terá aumentado uma décima face ao mês anterior. Preços dos bens energéticos terão regressado a valores negativos. Inflação nos alimentos terá voltado a acelerar.
Estimativa rápida do INE revela que a variação homóloga da inflação passou de 2,3% para 2,5% em novembro. Preços dos produtos energéticos voltaram a aumentaram, retomando valores positivos e pesando sobre o índice de preços no consumidores. Inflação nos alimentos alivia.
Esta semana Catarina Caria conversa com a eurodeputada pelo PSD, Vânia Neto, e o eurodeputado pelo PS, Carlos Zorrinho, sobre os desafios dos avanços tecnológicos e energéticos na Europa.
A inflação subjacente, que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos, terá sido de 2,3% em junho, contra 2,7% em maio.
Variação homóloga da inflação desacelerou em fevereiro, de 2,3% para 2,1%. Inflação subjacente também registou um decréscimo, estando agora ao mesmo nível que a inflação global. Já o preço dos produtos energéticos voltou a acelerar para mais de 4%.
"O principal contributo para esta desaceleração provém do efeito de base associado aos aumentos mensais de preços registados em outubro de 2022" nos produtos alimentares e nos produtos energéticos, esclarece o INE.
Estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística indica que a inflação em outubro terá abrandado para o valor mais baixo em mais de dois anos. Esta desaceleração é explicada sobretudo pelo efeito base dos preços registados há um ano nos alimentos e nos produtos energéticos.
Em setembro, a variação do índice relativo aos produtos energéticos ter-se-á fixado em -4,1% (-6,5% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá diminuído para 6,0% (6,4% em agosto).