OCDE prevê desaceleração do crescimento mundial para 2,9% este ano
Em causa estão os efeitos da guerra no Médio Oriente, nomeadamente devido ao aumento dos preços de energia.
Em causa estão os efeitos da guerra no Médio Oriente, nomeadamente devido ao aumento dos preços de energia.
Governo aponta para crescimentos de 2% e 2,3%.
O FMI estima que "o crescimento nos Estados Unidos abrande para 1,8%", um valor 0,9 pontos percentuais inferior "ao projetado na atualização de janeiro de 2025, devido à maior incerteza política, às tensões comerciais e à menor dinâmica da procura".
Tendo sofrido menos em 2020 do que o inicialmente admitido, a economia portuguesa vai agora crescer muito menos este ano do que o FMI admitia em outubro. Já o resto do mundo vai avançar mais depressa.
O Fundo defende que os Governos devem considerar a possibilidade de subir impostos aos mais ricos, bem como garantir que as empresas pagam na medida dos seus lucros.
A OCDE espera uma contração de 4,5% do PIB mundial este ano, uma queda menos acentuada do que chegou a ser antecipada. A economia da zona euro deverá encolher 7,9%.
O FMI avisa que a quebra da economia mundial provocada pela pandemia vai ser mais acentuada do que o previsto e que a recuperação é incerta.
A pandemia do novo coronavírus vai traduzir-se, em termos económicos, numa contração de 3% da economia global em 2020, projeta o FMI. O Fundo estima ainda que o conjunto da Zona Euro contraia 7,5% neste ano.
O PIB de Portugal deverá encolher 8% em 2020 para depois crescer 5% em 2021 e recuperar parcialmente da recessão deste ano, projeta o Fundo Monetário Internacional.
A OCDE reviu em alta o crescimento da economia portuguesa para 1,9% este ano, mas prevê uma desaceleração no próximo ano. Já o Governo antecipa uma aceleração em 2020.
O Fundo cortou as previsões para o crescimento mundial e da Zona Euro por causa das tensões comerciais e geopolíticas. No entanto, Portugal vai contra a tendência: PIB é revisto em alta, mas por causa de uma alteração do INE.
A OCDE está menos otimista que o Governo quanto ao crescimento económico e ao défice deste ano, revendo em baixa a estimativa para o PIB para 1,8% e agravado a previsão do défice para 0,5%.
O FMI prevê agora que a economia portuguesa cresça 1,7% este ano, abaixo dos 1,8% projetados em novembro de 2018.
A OCDE desceu para 1% a previsão de crescimento para a zona euro em 2019, uma queda de 0,8 pontos percentuais face à anterior estimativa, e apelou para reformas coordenadas para reforçar as perspetivas de crescimento na Europa.
Esta quarta-feira, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) apresenta as suas projeções económicas intercalares. Nos EUA, destaque para os números da balança comercial e para o Livro Bege da Fed.
A incerteza continua grande, o que exige uma constante atenção aos indicadores macroeconómicos que venham a ser divulgados nos próximos tempos.