Apoio militar internacional à Ucrânia subiu 30% em 2025 para nível recorde
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
Enquanto decorrem as reuniões entre as delegações dos Estados Unidos e da Rússia em Riad, sobre a guerra na Ucrânia, Donald Trump sugeriu que sejam empresas americanas a gerir as centrais nucleares ucranianas.
O presidente ucraniano vai viajar para assinar um acordo com Trump. Em troca, Zelensky espera que os EUA deem garantias de segurança no caso de uma invasão russa.
Desde o início da guerra, sucedem-se as purgas e reviravoltas no Governo. Confiança total e alinhamento com a presidência fazem cair – ou subir – dirigentes.
O total de 50 mil milhões de euros do pacote de ajuda destina-se aos próximos quatro anos e está integrado nos orçamentos da UE, depois de no dia 1 de fevereiro os presidentes e primeiros-ministros dos 27 terem conseguido que o Governo da Hungria levantasse o seu veto ao plano, permitindo o acordo.
Volodymyr Zelensky indicou este sábado que a questão levantada na petição "requer um exame minucioso a nível do contexto histórico e cultural e tendo em consideração as possíveis consequências jurídicas internacionais".
Temperaturas negativas fazem-se sentir na capital ucraniana, afetada pelos ataques russos às infraestruturas de abastecimento de eletricidade, água e aquecimento.
O primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal, afirmou que o seu governo está a agir de acordo com a legislação de emergência.
Nos últimos dias "foram mobilizados esforços" para reparar os danos causados pelos ataques e restabelecer o fornecimento de energia elétrica em cerca de 4.000 habitações afetadas pelos ataques.
Plano de reconstrução está dividido em três fases e terminará em 2032. Preparação está a começar numa fase em que ainda não se sabe como a guerra vai terminar, nem quando.
Enquanto as tropas russas festejam a conquista de mais uma cidade ucraniana e da região do Lugansk, os especialistas referem que estes avanços exercem pressão sobre os Estados Unidos e os países aliados.
Conferência de Lugano discutiu a reconstrução do país invadido pela Rússia. "Desde o início da guerra, a União Europeia já mobilizou cerca de 6,2 mil milhões de euros de ajuda financeira", explicou von der Leyen. "E... mais vai ser canalizado. Vamos envolver-nos à séria na reconstrução a médio e longo prazo."
Portugal, segundo António Costa, "é solidário com a Polónia no seu apoio aos refugiados; apoia a Ucrânia na sua luta pela paz e na preparação do seu esforço de reconstrução".
Quarto mês de guerra deve ficar marcado pela ofensiva russa na conquista da região separatista do Donbass. As candidaturas sueca e finlandesa à NATO e o fim da resistência de Mariupol marcaram o terceiro mês de invasão russa da Ucrânia.
No encontro com Denys Shmyhal, António Costa anunciou que Portugal irá conceder um apoio financeiro de 250 milhões de euros à Ucrânia, "respondendo ao pedido do governo ucraniano".
O primeiro-ministro ucraniano só sabe governar em crise (primeiro a pandemia, agora a guerra). Esta quarta-feira, Denys Shmyhal vai falar, via videoconferência com o seu homólogo português, António Costa. Há ainda uma história incrível de ajuda que aconteceu há 23 anos, o alerta para as mensagens fraudulentas no telemóvel e o regresso dos jantares com poesia em Paço de Arcos.