Eleições diretas no PS terminam hoje com reeleição de Carneiro garantida
José Luís Carneiro foi a votos sozinho e sem oposição nas eleições para secretário-geral do PS.
José Luís Carneiro foi a votos sozinho e sem oposição nas eleições para secretário-geral do PS.
Além de votar para a liderança, os militantes do PS vão entre hoje e sábado eleger os delegados ao XXV Congresso Nacional agendado para 27, 28 e 29 de março, em Viseu.
Vinícius Jr diz que foi alvo de um insulto por parte de Prestianni e François Letexier interrompeu a partida.
Datas foram aprovadas por unanimidade.
As partes admitem retomar o diálogo nos próximos dias.
Está também prevista uma análise da situação política e uma intervenção aberta do secretário-geral.
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
António José Seguro e André Ventura voltam à estrada para as presidenciais, que terão lugar a 8 de fevereiro.
Em 72 votos possíveis (número de delegados presentes), a lista B, "Em frente pelas causas", conseguiu 69 votos (95,3 %) e a lista A, "Transformar para Crescer", que esteve ausente em protesto, teve apenas um voto (1,38%). Houve ainda dois votos brancos.
O parlamento aprovou, na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2026, uma proposta do PSD e CDS-PP para baixar o IVA aplicável à venda de carne de caça de 23% para 6%.
Este Congresso terá duas candidaturas: Inês de Sousa Real, porta-voz desde junho de 2021 e única deputada do PAN, e Carolina Pia, ex-líder distrital em Viseu que se afastou por divergências com a direção atual.
No último semestre, o português fez quatro viagens à Rússia e uma à Venezuela como membro de grupo de fact-checking ligado ao Kremlin, pagas parcialmente por entidades russas. Jornalistas acusam-no de ser “difusor ativo de narrativas” de Putin.
Em muitas unidades, cada magistrado gere, simultaneamente, mais de mil inquéritos.
A cidade de Giessen, perto de Frankfurt, acolheu o congresso marcado pela forte presença policial e manifestações que deixaram alguns feridos.
Mariana Mortágua, que ocupou o cargo de coordenadora durante dois anos, despediu-se no primeiro dia de trabalhos admitindo erros, mas rejeitando que tenham sido “determinantes”.
Criticam o partido por falta de democracia interna e por "centralização". E pedem uma maior abertura a outras vertentes.