O sebastianismo, o convidado do PCP e a bolsa do deputado do Chega
As histórias do malogrado D. Sebastião, a ida ao Avante! de uma organização terrorista e o dinheiro que Alberto João Jardim atribuiu a Francisco Gomes.
As histórias do malogrado D. Sebastião, a ida ao Avante! de uma organização terrorista e o dinheiro que Alberto João Jardim atribuiu a Francisco Gomes.
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Conheceu o País, reformou o exército e avançou para o Norte de África para travar os otomanos e ganhar o respeito da Europa cristã. Falhou o casamento e a sucessão.
O seu nascimento foi visto como milagroso, mas a morte do rei-herói acabou com Portugal (até à Restauração de 1640). E ainda: o problema dos pais-helicóptero; as histórias da praia de Moledo.
Tornou-se no salvador da pátria que um dia irá regressar ao reino.
O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.
É absolutamente vital não deixar permitir por mais tempo a destruição do Estado Social e a deterioração do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é tão propício ao ressurgimento do novo D. Sebastião, ou seja, o verdadeiro herói e líder das Direitas, Pedro Passos Coelho.
Era alto, louro e tinha olhos azuis como o jovem rei que morreu em Alcácer-Quibir. O impostor garantiu no cadafalso que morria por ser o rei português
A estátua do rei foi danificada em maio de 2016, quando um turista tentou fotografar-se junto dela, e esta, com cerca de 130 anos, cedeu e partiu-se.
Numa campanha sem nenhum D. Sebastião, ganha o mal menor? O teu candidato é pior que o meu, dizem eles. Retrato das fragilidades, vistas pelos adversários.
Advogado diz não se sentir o "D. Sebastião do Sporting" como disse Bruno de Carvalho
CNN e Folha de S. Paulo entre os que falaram do assunto.
Monumento encontra-se na estação do Rossio, em Lisboa.
Houve Reis impotentes, príncipes abusados e Rainhas ninfomaníacas. Na História de Portugal, há também episódios de crueldade e conspiração. Mas os casos que mais marcaram a monarquia envolvem aventuras com mulheres – e alguma vezes outros homens
Questionado ontem pelos jornalistas presentes sobre a sua eventual candidatura presidencial, Rui Rio garantiu não ser "um D. Sebastião"