Morreu o historiador e diretor da Biblioteca Nacional Diogo Ramada Curto
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
O escritor António Lobo Antunes, um dos maiores nomes da literatura portuguesa desde a segunda metade do século XX, morreu esta quinta-feira aos 83 anos.
Uma das maiores vozes da literatura nacional.
O primeiro-ministro expressou ainda, em seu nome e do Governo, "as mais sentidas condolências à família e aos amigos".
Para o Presidente eleito, "António Lobo Antunes foi um escritor de rara coragem intelectual, capaz de transformar a experiência individual e coletiva em literatura de grande fôlego".
José Luís Carneiro considerou que "ler a sua obra e ensiná-la às gerações futuras é um compromisso que, como sociedade", deve ser assumido "e constituirá a garantia da sua continuidade como um dos grandes autores de sempre da literatura portuguesa".
Em comunicado, o clube da Luz sublinha a "ligação afetiva" de décadas que o escritor manteve com a instituição, notando que a paixão de Lobo Antunes pelo Benfica "tantas vezes atravessou a sua própria obra e os seus testemunhos públicos".
O galardão espanhol já distinguiu, no passado, autores que viriam a vencer depois o Nobel da Literatura, como Beckett, Annie Ernaux e László Krasznahorkai. "Dia histórico", reage o Governo.
As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.
Cineasta está a ser evocado por artistas, criadores e responsáveis políticos, de Cleia Almeida a Tiago Rodrigues, de Rita Cabaço ao Governo e ao Presidente da República.
Tinha encerrado a carreira em setembro de 2024, ano em que editou o seu último álbum, "O Abraço da Guitarra", uma homenagem aos seus mestres.
De regresso à estrada com "Catarina e a Beleza de Matar Fascistas", Beatriz Maia reflete sobre o impacto da peça e o debate em torno da resistência. “Necessário”, diz.
Há mais de 25 anos que Portugal é modelo no campo do combate às dependências de substâncias ilícitas. Por cá, o que mais se consome são bebidas alcoólicas, logo seguidas pela canábis, cuja realidade está cada vez mais perigosa
O ex-chefe de Estado-Maior da Armada afirmou que "esse tipo de afirmações" são "completamente deploráveis".
Não há nada inevitável na vida política. Na forma e no conteúdo, os erros que conduziram à queda de popularidade do PS eram há muito previsíveis e, em grande parte, evitáveis.