Governo, patrões e UGT voltam a reunir-se hoje sobre alterações à lei laboral
Apesar do 'chumbo', o órgão executivo máximo da UGT a ministra do Trabalho apelou à continuação do processo negocial em sede de Concertação Social.
Apesar do 'chumbo', o órgão executivo máximo da UGT a ministra do Trabalho apelou à continuação do processo negocial em sede de Concertação Social.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
Armindo Monteiro espera concluir "este processo hoje" e disse que "assim que terminar este processo" a confederação vai propor "um plano" de rendimentos para aumentar os salários.
O Executivo tem tido várias reuniões técnicas com as quatro confederações patronais (CIP, CCP, CTP e CAP) e a UGT para negociar as mais de 100 alterações à lei laboral.
Quem passa pelo centro de Ponte de Sor nota a mudança: o habitual "Bom Dia" e o atendimento personalizado do comércio tradicional ganham agora aliados digitais com o Bairro Comercial Digital – Bairro@Ponte.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
Entre as mais de 100 propostas de mexidas ao Código do Trabalho, a socióloga Anabela Vogado e o advogado Frederico Assunção avaliam as mais sensíveis. Caso sejam implementadas, os trabalhadores saem prejudicados, dizem ambos à SÁBADO.
Segundo a CIP, o objetivo é aplicar a isenção de IRS e Taxa Social Única (TSU) aos prémios de produtividade, de desempenho, participação nos lucros e gratificações de balanço.
A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) entendeu que não e venceu por maioria – com os votos contra das associações patronais. Entre os muitos pareceres que geraram desacordo há o caso de uma enfermeira acusada de falsificar atestados médicos, e a manipulação de uma fatura da EDP para forjar um comprovativo de morada.
O presidente da Câmara de Lisboa quer investir esse retorno em limpeza, cultura e espaços verdes da capital. Moedas defende a duplicação do valor da taxa cobrada.