Mais de 70 mil mortes e 70% de ocupação israelita em Gaza: Três anos do 7 de outubro em números
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Comité para a Proteção de Jornalistas refere que as forças israelitas mataram 191 jornalistas e trabalhadores dos media palestinianos.
Entre a sua fundação, a 16 de maio, e a demissão do ministro da Educação, a 25 de julho, o Cockroach Janata Party passou de uma iniciativa satírica nas redes sociais para um dos fenómenos políticos mais surpreendentes da Índia no último ano.
Além dos conflitos armados, o crime organizado também tem sido particularmente letal para membros da imprensa.
Quase um terço dos jornalistas detidos relatou ter sofrido maus-tratos, e 20% disseram ter sido torturados ou espancados.
Pelo menos quatro jornalistas morreram.
Repórter tinha 28 anos e costumava cobrir os acontecimentos em Gaza. Segundo Israel, detalhes salariais comprovavam a sua ligação ao Hamas.
Anas al-Sharif, de 28 anos, era um dos rostos mais conhecidos entre os correspondentes que acompanhavam diariamente o conflito e que morreu no domingo.
IDF alegam que Al-Sharif foi responsável por lançar ataques contra civis. Al Jazeera nega esta informação.
A Al-Jazeera anunciou este domingo de madrugada que as forças israelitas invadiram a redação em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, da estação de televisão do Qatar e emitiram uma ordem de encerramento por 45 dias.
Hamza al-Dahdouh e Mustafa Thuraya foram mortos quando o carro em que viajavam foi alvejado durante em Rafah, no sul do enclave palestiniano, disseram as autoridades de Gaza.
A morte de Mahsa Amini nas mãos da polícia da moralidade tem causado fortes reivindicações no país. No desporto, foram já vários os atletas que se uniram à causa.
Esta semana, centenas de jornalistas, fotógrafos e ativistas iranianos assinaram um documento em que exigem a libertação das duas jornalistas que publicaram a história da jovem de 22 anos.
A Reshape é uma organização que ajuda os reclusos no seu processo de transição para a vida em sociedade e em breve esta ajuda vai aumentar com uma casa de saída para reclusos que não têm família.
Mohamed Mounir, de 65 anos, foi colocado em prisão preventiva por um período de 15 dias renováveis.
Trata-se da quinta vez consecutiva que este país ocupa a primeira posição nesta classificação, que leva em conta as mortes de jornalistas não resolvidas e também da população.