Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Da vitória de Guterres em 1995, às raves e ao “Tou xim”  do anúncio da Telecel, não faltam imagens marcantes na  montagem do diretor de arte Pedro  Fernandes
Raquel Lito

Um hino aos anos 90 em 100 histórias: "Compro, logo existo"

Quase três anos de pesquisa e 40 entrevistas depois, a jornalista Joana Stichini Vilela traz de volta a saga LX. Desta vez, atravessa a década do consumo: os 1.133 km de estradas da era Cavaco, a euforia da noite, as festas do novo jet set e muito mais. O lançamento do livro será no sábado (dia 18), às 18h, no Mude – Museu do Design.

França é o país da Europa com maior aposta  no nuclear -  tem 56 reatores  distribuídos  por 19 centrais
Ana Taborda

Será o nuclear o futuro da Europa?

Há centrais que já não vão ser desligadas e muitos planos para construir novas. Os entraves? São caras e os prazos de construção têm derrapado - anos. A partir de uma delas, um português explica que não há razão para medo desta energia: há equipas de bombeiros em permanência e armazenamento à prova de sismos e quedas.

Na Feira da Ladra, não faltam bancas improvisadas com azulejos históricos à venda
Raquel Lito

Feira da Ladra: aqui vendem-se azulejos roubados

Os feirantes animam-se com a procura e os turistas só questionam se as peças passam no aeroporto. A SÁBADO fez a visita “à civil”, pedindo certificados de origem – ninguém os tem. Veja o vídeo.

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