CDS/Congresso: Ana Miguel Pedro e Catarina Araújo novas vice-presidentes do partido
A lista única à Comissão Política Nacional é encabeçada por Nuno Melo, que será hoje reeleito presidente do partido.
A lista única à Comissão Política Nacional é encabeçada por Nuno Melo, que será hoje reeleito presidente do partido.
O centrista apelou assim a que todas as moções, excluindo a do líder, não fossem levadas a votação.
O anúncio foi feito por Paulo Núncio numa intervenção no 32.º Congresso do CDS, que decorre entre hoje e domingo em Alcobaça, no distrito de Leiria.
Nas palavras de José Manuel Pureza, "o que Rubio evidenciou é que a mentira governamental de que havia condições espartanas para o uso da Base das Lajes tinha pés de barro".
Sem clarificar se o Governo português foi ou não informado da utilização da Base das Lajes, nos Açores, antes da operação no Irão, Nuno Melo afirmou que "a declaração do secretário do Estado norte-americano "não pode ser lida pelo seu teor literal".
Na perspetiva do líder parlamentar do CDS-PP, o futuro do partido "passa pela afirmação da autenticidade e da individualidade".
O líder do CDS/Madeira considerou que o partido tem de "substituir o conformismo pela ambição" e seguir "um caminho próprio, independentemente de quem segue ao [seu] lado".
CDS-PP celebra "todo os anos" esta data e é algo "quase identitário" para o partido, Nuno Melo salientou que "o 25 de Novembro foi um movimento militar que salvou a democracia em Portugal".
Na opinião do líder centrista, "o CDS mostrou utilidade também pelos votos que somou à direita" nas eleições legislativas do passado dia 10 de março.
Duas reuniões, meia centena de personalidades, entre ex-líderes, como Portas, Cristas e Monteiro, nomes como Adolfo Mesquita Nunes e Cecília Meireles e vários empresários. O CDS tenta aquecer as máquinas para as legislativas, numa estratégia que deve passar pela coligação com o PSD.
Direção do Chega e núcleos do partido preparam para este sábado um protesto à volta da sede do PS, no Largo do Rato.
A extinção das correntes internas como figura estatutária é uma das propostas defendidas pelo presidente do partido, Nuno Melo.
"Não tenhamos dúvidas, o senhor primeiro-ministro está para cumprir o mandato que os portugueses lhe deram, para cumprir o mandato desta legislatura, foi para isto que os portugueses confiaram", afirmou a ministra Ana Catarina Mendes no encerramento do congresso do CDS-PP.
Nuno Melo saiu do palco com um quadro de Adelino Amaro da Costa, oferecido por um militante, e uma tarefa difícil pela frente.
Paulo Portas veio votar em Nuno Melo. Mas esse “é apenas um gesto” num momento difícil do CDS. “Já não estamos no século XX nos anos 90.”
A moção subscrita por 11 distritais não irá a votos no Congresso do CDS. Nuno Correia da Silva e a JP também desistiram.