Colonos israelitas celebram nova sinagoga na Cisjordânia enquanto palestinianos se preocupam com a subsistência
Os palestinianos de Burqa afirmam que o colonato de Homesh restringe o seu acesso aos campos agrícolas em que trabalhavam.
Os palestinianos de Burqa afirmam que o colonato de Homesh restringe o seu acesso aos campos agrícolas em que trabalhavam.
As famílias denunciam a insegurança gerada pela crise migratória.
Londres tem feito esforços para as empresas britânicas serem consideradas europeias, mas tem enfrentado resistência de países europeus como França.
As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.
Vários países emitiram comunicados em condenação de um projeto israelita que prevê a construção de mais de 3.000 habitações na Cisjordânia, território da Palestina. Muitos consideram uma ameaça à solução de dois Estados e à paz.
Rejeitado pelo Exército, condenado por incitação ao racismo e apoio a uma organização terrorista, o ministro israelita transformou-se numa das figuras mais influentes do Governo de Benjamin Netanyahu.
A área E1 abrange cerca de 3% de toda a Cisjordânia ocupada e cria um triângulo entre Jerusalém, Belém e Ramallah.
Foram os resorts de luxo e a praia a projetá-la para o mundo, mas a República Dominicana é muito mais: um destino de música e dança, natureza selvagem, boa comida e bebida e um profundo legado histórico. Punta Cana está agora mais próxima.
A Autoridade Palestiniana anunciou que os responsáveis pelo atentado que causou uma vítima mortal e três feridos na Cisjordânia são dois jovens com 18 anos.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
Primeiro-ministro avisou: “Preservaremos a nossa herança, a nossa terra e a nossa segurança".
A Administração Civil israelita na Cisjordânia aprovou um plano de construção de um novo colonato num vasto terreno a leste de Jerusalém.
Ministro das Finanças fez anúncio dos novos colonatos na Cisjordânia, assumindo abertamente que o objetivo é impedir o reconhecimento do Estado da Palestina. "Não há nada para reconhecer e ninguém para reconhecer."
Smotrich argumentou que a população da Faixa de Gaza será "expulsa" numa "questão de meses", à medida que o exército israelita for implementando o novo plano para o enclave palestiniano.
O autarca de Tammun, Nayé Bani Odeh, afirmou que as famílias estão a abandonar as suas casas na periferia sul da cidade enquanto os soldados israelitas "tomam as suas casas" e que estão agora a concentrar os ataques contra o campo de Far'a, onde vivem cerca de 7.600 pessoas.
Os colonatos israelitas continuam a aumentar e à SÁBADO, ONG's no terreno denunciam as más condições de vida dos palestinianos devido à ocupação. Helena Ferro de Gouveia diz que Israel deve abandonar essa política.