Porque não se fala tanto das urgências este verão?
O ano de 2024 foi mau. Em 2025, um descalabro. Este ano, está “razoável” e até deixou de ser assunto: há bola verde no atendimento. Várias mexidas explicam a mudança.
O ano de 2024 foi mau. Em 2025, um descalabro. Este ano, está “razoável” e até deixou de ser assunto: há bola verde no atendimento. Várias mexidas explicam a mudança.
Os novos estatutos do INEM preveem a transformação das atuais delegações regionais em quatro CODU.
Em causa está a nova lei orgânica da instituição e "a retirada" de 100 ambulâncias do dispositivo operacional.
INEM recebeu 153.233 chamadas, o que representa um aumento de 7,7% face a julho de 2025. Entre as situações mais frequentes encontram-se a desidratação, a exaustão e o golpe de calor, bem como o agravamento de doenças crónicas.
Caso sucedeu na quarta-feira em Almada, no bairro do Torrão.
O presidente do INEM confirmou a transferência das ambulâncias de emergência médica do INEM para as Unidades Locais de Saúde (ULS) e a transformação das atuais ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) em viaturas ligeiras.
A Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) reagiu em comunicado às declarações desta manhã do Bastonário da Ordem dos Médicos.
Mulher de 20 anos com queixas de dspneia morreu à espera do INEM.
fForam transportadas para o Hospital de S. José.
Pediram esclarecimentos urgentes ao Governo.
Na comissão parlamentar de inquérito ao INEM, Cristina Vaz Tomé descreveu um organismo fragilizado, com baixa execução orçamental, falhas operacionais e incumprimentos com parceiros essenciais.
Segundo Luís Mendes Cabral, o organismo "já trabalhava no limite ao longo de vários meses", mas durante a paralisação ocorreu um agravamento súbito que condicionou o funcionamento dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).
Das 1.656.891 chamadas atendidas em 2025, verificou-se em 109.521 casos tratarem-se de situações que não configuravam uma emergência médica, tendo sido encaminhados para a Linha SNS24.
Durante a manhã, o presidente da ANEPC reuniu-se durante cerca de meia hora com o presidente do INEM, que saiu das instalações da Autoridade sem prestar declarações, constatou a Lusa no local.
A Proteção Civil considera que o reforço de ambulâncias criado pela LBP "parece violar os princípios e os pressupostos do sistema integrado de proteção e socorro, bem como as competências da ANEPC".
Vítima esperou mais de 40 minutos por socorro.