Investimento em certificados de aforro sobe quase 16% em agosto para novo máximo
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pelo Banco de Portugal.
Trata-se de um valor recorde desde o lançamento deste serviço digital.
Em termos nominais, havia no final de maio deste ano mais 5.629 milhões de euros aplicados.
Nenhum produto financeiro de baixo risco é uma bela oportunidade. O que espanta é como continuam sem cumprir o mínimo: preservar o dinheiro contra a inflação.
Os portugueses têm à disposição um novo instrumento de poupança e investimento. Os Certificados do Tesouro Série 5 têm uma taxa média de 2,71% e capital garantido. O explicador da semana esclarece como funciona.
No primeiro ano a taxa de juro é de 2,35% e vão subindo até ao décimo e último ano, altura em que atinge os 3,35%.
Até agora, os investidores que quisessem subscrever certificados de aforro a partir de casa tinham de repetir operações em tranches de cinco mil euros.
Com a taxa-base a subir, graças à evolução da Euribor, o "stock" destes instrumentos aumentou em mais de 750 milhões de euros em maio.
A entrada de capital nos certificados de aforro voltou a mais do que compensar a saída nos certificados do Tesouro. No conjunto dos dois produtos de poupança do Estado, o saldo está em 48.105,43 milhões de euros.
A entrada de capital nos certificados de aforro mais do que compensa a saída nos certificados do Tesouro. No conjunto dos dois produtos de poupança do Estado, o saldo está em 47.930,53 milhões de euros.
Usar um chatbot para fazer perguntas sobre Finanças e Saúde está em rápido crescimento. Fizemos o teste e fomos pedir conselhos de investimento a ferramentas de Inteligência Artificial. Dois especialistas (humanos) avaliam as respostas.
A entrada de capital nos certificados de aforro continua a mais do que compensar a saída nos certificados do Tesouro. No conjunto dos dois produtos de poupança do Estado, o saldo está em 47.713,66 milhões de euros.
A nova modalidade deverá ser anunciada "até ao final do corrente ano e apenas serão elegíveis faturas emitidas a partir da data desse anúncio", referiu fonte oficial do ministério liderado por Joaquim Miranda Sarmento.
Os quase 34.128 milhões de euros que as famílias tinham aplicados em certificados de aforro no final de outubro comparam com os 33.887,9 milhões de euros contabilizados no mês anterior.