Motorista confessa troca de pedais em tragédia com autocarro em Agualva-Cacém
Mulher, de 28 anos, é motorista há vários anos. Admitiu a falha no primeiro depoimento à PSP.
Mulher, de 28 anos, é motorista há vários anos. Admitiu a falha no primeiro depoimento à PSP.
"As equipas médicas, de enfermagem e restantes equipas de profissionais continuam a prestar os cuidados de saúde necessários, de modo a apoiar os utentes e familiares", adianta nota hospitalar.
Duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas num atropelamento com um autocarro da Carris Metropolitana, junto à estação de comboio em Agualva-Cacém, na manhã desta terça-feira. Dos 20 feridos, há pelo menos quatro em estado grave. O presidente da Câmara de Sintra, Marco Almeida, lamentou esta terça-feira a morte de duas pessoas colhidas por um autocarro em Agualva-Cacém.
Duas pessoas morreram e 16 ficaram feridas num atropelamento com um autocarro da Carris Metropolitana, junto à estação de comboio em Agualva-Cacém, na manhã desta terça-feira.
Há várias corporações de bombeiros no local.
No ano passado, a operação da Carris Metropolitana registou um total de 90 milhões de quilómetros percorridos.
Autocarros, metros e comboios vão estar a funcionar com limitações durante a greve geral desta quinta-feira.
Esta escolha será votada em reunião da Câmara Municipal de Lisboa no próximo dia 10 de dezembro.
Carla Nunes Semedo referiu que o episódio aconteceu num autocarro da Carris Metropolitana, que assegura o serviço de transporte público rodoviário da Área Metropolitana de Lisboa.
O autarca frisou que saber 24 horas antes da realização do plenário não possibilita "haver serviços mínimos", já que não é uma greve e vai prejudicar os lisboetas "na noite mais importante da cidade", véspera de Santo António.
Milhares de pessoas dependem dos transportes públicos para ir trabalhar. A situação da Fertagus piorou: comboios lotados e atrasados deixam as pessoas sem solução.
Motorista ficou com graves queimaduras no corpo. Diz sentir "alívio" perante as detenções de duas pessoas por homicídio tentado.
Em causa estão os tumultos que se seguiram à morte de Odair Moniz, o homem baleado pela PSP na Cova da Moura.
A morte de Odair Moniz deu origem a uma onda de tumultos na Área Metropolitana de Lisboa durante vários dias, com autocarros, automóveis, motos e caixotes do lixo incendiados.
Presidente da República salienta “evolução positiva” do estado de saúde.
Helena Ferro de Gouveia, promotora da iniciativa, revelou que a onda de solidariedade dos portugueses "excedeu completamente" as suas expectativas.