Sábado – Pense por si

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Nuno Chagas é um artista que constrói violinos de forma artesanal
Susana Torrão

Nuno Chagas: Das suas mãos nascem violinos

Neto de um violinista amador e de um carpinteiro, reúne no ofício de luthier a herança dos antepassados. Da sua oficina, na Charneca de Caparica, já saíram dezenas de instrumentos de cordas, cujas notas vibram hoje por todo o País.

Proteger o cérebro em cada fase da vida
Lucília Galha

Cérebro: Como o manter saudável ao longo da vida

Ao contrário do que se pensava, este órgão nunca deixa de aprender. E mesmo na velhice vale a pena continuar a estimulá-lo. Há uma combinação de três coisas essenciais: exercício físico, aprender coisas novas e cultivar amizades. Sim, os amigos são tão importantes quanto os comprimidos – podem mesmo ajudá-lo a recuperar saúde mental.

Ana Taborda

Paula Amorim: O império do luxo, a vida na Comporta e as polémicas

Tem gabinete na Galp e na sede da Amorim Luxury, dona do JNcQUOI Club e dos restaurantes com a mesma marca. A partir de Lisboa, os sócios rumam ao Carvalhal e chegam à praia de buggy elétrico. É junto a esta aldeia que está a construir 64 villas que já lhe valeram algumas guerras. Não são as únicas: no mundo da moda há quem lhe chame Lady Rolha – em alusão à cortiça, o primeiro negócio da família.

Sofia Parissi

Os monumentos gratuitos a não perder em 2025

Em Portugal, há 37 museus, palácios e conventos que os residentes (portugueses ou não) podem visitar gratuitamente, durante 52 dias deste ano. O que vale mesmo a pena? Falámos com alguns dos diretores dos monumentos e contamos-lhe.

Diogo Barreto

Quincy Jones (1933-2024)

O produtor, compositor e multi-instrumentista trabalhou com músicos de jazz, música ligeira e pop. Foi também um bon vivant e um modelo da ideia do “sonho americano”.

Alfredo Leite, no sul do Líbano

Viver e morrer no coração do Hezbollah

Ajaj Monsef ficou, ainda cuida da horta, mas ouve os bombardeamentos diários e o zumbido de um drone israelita a pairar. A filha, Sophia, diz que “não há solução para esta guerra”, mas outros preferem o martírio na jihad. Reportagem no território das milícias xiitas.

Eles são a mão de obra que sustenta a economia nacional

Começam por baixo, nas obras ou limpezas, e vão progredindo até abrirem negócios por conta própria. Sem eles, a Segurança Social estaria (ainda mais) no vermelho. Imigrantes asiáticos, brasileiros, africanos e do Leste relatam à SÁBADO como foi o caminho.

Paulo Vila

Na empresa de José Teixeira há botox grátis... e um Vhils

Começou a trabalhar aos 6 anos e hoje, aos 63, lidera uma empresa com 2.700 trabalhadores – incluindo um que passa os dias a tratar de uma burra. Na DST há 2 mil obras de arte e uma natalidade que é o dobro da média nacional.

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