Angola 1975: crónica do nascimento de uma nação
A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.
A guerrilha urbana, a espera ansiosa, o cerco a Luanda, as filas para a comida e para fugir, e a decisão de não sair. Há 50 anos nasceu a República Popular de Angola. 30 mil portugueses ficaram.
Excerto do evoluir dos acontecimentos que levaram ao início da ponte aérea de retornados: raptos, mortes, assaltos, condições desumanas, abandono, uma guerra civil iminente e uma certa "degradação moral". O livro está à venda a partir de 3 de setembro.
Ainda sem dados oficiais da polícia, que mobilizou 800 agentes para acompanhar o cortejo e funeral, a Lusa testemunhou no local a caótica debandada, com pessoas desmaiadas e feridas, enquanto muitos outros perderam chinelos e sapatos quando tentavam fugir ao gás.
Há também a registar dois feridos e 1.617 casas inundadas, num total de 8.165 pessoas afetadas.
Ativista angolano anunciou a própria detenção pela polícia angolana na sua página de Twitter. "Não sei para onde vamos, mas estamos em amena cavaqueira. Detido? Não sei.”
Foram registadas inundações em 148 residências, bem como em ruas, nalguns casos devido ao transbordo das bacias de retenção das águas.
O nível do sentimento de insegurança entre os angolanos é de 80%, sobretudo à noite, mesmo sem que, nos últimos seis meses, tivessem sofrido algum crime.
Caso chegou às autoridades através de denúncias dos populares nas redes sociais
Autoridades angolanas preocupadas com tradição.
Polícia Nacional Angolana prendeu autores do homicídio.
Casal luso-angolano foi assassinado em Luanda.
A polícia angolana está a investigar a morte de um cidadão português, assassinado durante um assalto à sua residência
Jorge Guerra, 56 anos, foi morto em Luanda, Angola.
Há sessões programadas até 20 de Novembro. Quatro advogados de defesa ainda não tiveram acesso ao processo
Há expatriados. Os salários já não triplicam, ainda há violência e as transferências demoram meses. Mas muitos acham que compensa
Ativista angolano escreveu carta a anunciar fim da greve.