Ex-padre condenado a cinco anos e meio de prisão por burla e violação
O coletivo de juízes do Tribunal de Vila Real considerou provados os crimes pelos quais o ex-sacerdote estava acusado pelo Ministério Publico.
O coletivo de juízes do Tribunal de Vila Real considerou provados os crimes pelos quais o ex-sacerdote estava acusado pelo Ministério Publico.
Do Monte Branco à Operação Influencer.
Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.
O ex-secretário de Estado encaminhou vários pedidos que recebeu para o director clínico do Hospital de Santa Maria.
O juiz conselheiro decidiu não abrir processo, porque o Ministério Público não considerou o Presidente suspeito.
Presidente do Grupo Parlamentar advertiu depois que as comissões parlamentares de inquérito "não se substituem, nem se podem substituir à investigação dos órgãos próprios de investigação criminal".
Ex-secretário de Estado da Saúde socialista foi acusado pelo Ministério Público de prevaricação.
António Lacerda Sales, Nuno Rebelo de Sousa, e o ex-diretor clínico do Hospital Santa Maria, Luís Pinheiro, estão acusados de um crime de prevaricação em concurso aparente com o crime de abuso de poderes, enquanto Daniela Martins, mãe das gémeas, foi acusada do crime de burla qualificada.
Caso remonta a 2020. Nuno Rebelo de Sousa, filho do antigo Chefe de Estado é um dos visados na acusação do MP.
Acusação imputa crimes de prevaricação, peculato e abuso no caso das meninas tratadas com o medicamento Zolgensma.
Em março, o Repórter SÁBADO deu a conhecer Ricardo Rajani. Já foi o melhor imobiliário de Portugal e estava a ser acusado por vários colegas e clientes de burlas milionárias. Quatro meses depois, Rajani está agora acusado pelo Ministério Público de burla qualificada e falsificação de documentos. Revelamos os pormenores da acusação e o destino do dinheiro, que, segundo o MP, serviu para tudo menos para investimentos imobiliários que prometia aos lesados.
Em março, o Repórter SÁBADO deu a conhecer Ricardo Rajani. Já foi o melhor imobiliário de Portugal e estava a ser acusado por vários colegas e clientes de burlas milionárias. Quatro meses depois, Rajani está agora acusado pelo Ministério Público de burla qualificada e falsificação de documentos. Revelamos os pormenores da acusação e o destino do dinheiro, que, segundo o MP, serviu para tudo menos para investimentos imobiliários que prometia aos lesados. Uma investigação para ver esta noite, pelas 21h40, no canal NOW.
O desvio de dinheiro terá ocorrido entre 2023 e 2026 e há já 33 vítimas identificadas, podendo este número vir a aumentar.
Estavam em prisão preventiva e foram condenados na pena única de dois anos e nove meses de prisão, por seis crimes de burla.
Empresa de Duarte Moral, ex-assessor de António Costa, recebeu em 2025 adjudicação da junta da Misericórdia (PS) e teve como concorrência a empresa da mulher.
A maioria do dinheiro conquistado alegadamente através de burlas terá sido gasto em jogo - online e em casinos - pelo homem, que estava preso preventivamente aquando da acusação do Ministério Público.