Como evitar uma infeção respiratória no Natal? Livre-se do ranho
É uma barreira de proteção do corpo, mas em excesso provoca tosse, expetoração e pode colocar o seu filho nas urgências pediátricas
É uma barreira de proteção do corpo, mas em excesso provoca tosse, expetoração e pode colocar o seu filho nas urgências pediátricas
O vírus sincicial respiratório é responsável por mais de três mil internamentos em maiores de 65 anos em Portugal. O impacto na mortalidade pode mesmo ser superior ao da gripe em pessoas com doenças associadas. Seis sociedades médicas juntaram-se para recomendar a vacinação desta população.
Estudo científico demonstra que 1 em cada 100 adultos morre devido a uma doença respiratória. Se forem avaliados apenas adultos que sofreram de uma doença pulmonar na primeira infância, o risco de morte precoce aumenta para 1 em cada 50.
Este ano há mais infeções respiratórias e as crianças são as mais afetadas porque estiveram muito resguardadas nos últimos dois anos e meio. O pediatra do Centro Materno Infantil do Norte explica o que fazer para as proteger.
Governo reconhece que situação é atípica para altura do ano mas rejeita ideia de "caos". Só este ano já se registaram quatro picos de urgências.
O Vírus Sincicial Respiratório é frequente nos meses de inverno e afeta sobretudo os bebés e as crianças até aos cinco anos. Este ano chegou mais cedo e com maior gravidade. Mas em breve haverá uma vacina: foi aprovada na sexta-feira.
Quando os tratamentos terminaram, veio o descontrolo emocional. Tornou-se agressiva e fazia birras constantes. Os pais não esperavam que o “após” fosse tão complicado.
Faltam professores, o plano de recuperação das aprendizagens fica atrasado, assim como a chegada dos 600 mil computadores. E os alunos desesperam.
Apesar de a vacina contra a Covid-19 ter sido aprovada para a faixa etária dos 5 aos 11 anos, muitos portugueses continuam com dúvidas sobre a sua utilidade e os eventuais efeitos futuros. Fomos ouvi-los e aos especialistas contra e a favor.
Sabia que a vacina da gripe pode não ser suficiente? Hoje, mais do que nunca, é importante reforçar o sistema imunitário. Saiba o que fazer para se proteger (urgentemente!) das infeções respiratórias.
As otites, bronquiolites e ranhos permanentes quase desapareceram e alguns miúdos deixaram mesmo de precisar de medicação que tomavam todos os dias. O relato dos últimos meses pela pediatra Graça Gonçalves.
Falta de ar, irritação de olhos e nariz são alguns dos sintomas. Doença crónica aumenta prevalência nos países desenvolvidos.