Begoña Gómez pede que lhe devolvam o passaporte porque "se aproxima o Verão"
O advogado da mulher de Pedro Sánchez diz que juiz que decretou medidas de coação não respeitou o princípio de proporcionalidade.
O advogado da mulher de Pedro Sánchez diz que juiz que decretou medidas de coação não respeitou o princípio de proporcionalidade.
Begoña Gómez vai a julgamento pelos alegados crimes de tráfico de influência, corrupção em negócios do setor privado, apropriação indevida e desvio de fundos públicos. Uma assessora da Presidência do Governo também está envolvida.
Um juiz retirou o passaporte a Begoña Gómez e proíbe-a de sair de Espanha.
Mulher de Pedro Sánchez manteve sempre um perfil discreto até se saber, em 2014, que o pai detinha "saunas sexuais". Agora, há um novo escândalo em que é visada: foi indiciada pela prática de quatro crimes que incluem alegados favorecimentos a empresas pertencentes ao seu círculo.
Após dois anos de investigação, o juiz de instrução Juan Carlos Peinado processou Begoña Gómez, casada com Pedro Sánchez, por tráfico de influências, corrupção nos negócios, desvio de fundos públicos e apropriação indevida.
O primeiro-ministro espanhol revelou no dia 24 que ponderava demitir-se após um tribunal confirmar a abertura de um "inquérito preliminar" que envolveu a sua mulher, Begoña Gómez, por alegado tráfico de influências e corrupção.
Sánchez revelou estar a ponderar demitir-se após ter sido confirmada a abertura de um "inquérito preliminar" envolvendo a sua mulher, Begoña Gómez, por alegado tráfico de influências e corrupção.
Doña Begoña Gómez realizou análises nas últimas horas e encontra-se estável. Duas ministras do governo de Sánchez também testaram positivo para o novo coronavírus.
Begoña Gómez foi colocada num dos maiores institutos privados de ensino. O Partido Popular acusa Sánchez de ser "a agência de colocação".