Irão: United Airlines teme sobrecusto de 11 mil milhões de dólares em 2026 e reduz voos
Devido à guerra no Médio Oriente.
Devido à guerra no Médio Oriente.
A companhia energética pública do Qatar anunciou que novos ataques de mísseis iranianos causaram "danos consideráveis" no complexo de gás de Ras Laffan.
O Irão reagiu à ofensiva militar lançada por Israel e pelos Estados Unidos com ataques contra países do Médio Oriente com bases militares norte-americanas.
Na quarta-feira, Israel e os EUA atacaram instalações de gás iranianas.
Contrato de futuros holandês TTF, considerado a referência europeia, subiu 28,06% para 70 euros por megawatt-hora.
O crude West Texas Intermediate (WTI) também estava a cair 3,73%, cotado a 92,62 dólares.
Com o bloqueio do Estreito de Ormuz, o barril de petróleo custa agora mais de 100 dólares.
As bolsas europeias apontam hoje para aberturas mistas, com ligeiras quedas em Madrid e Londres, e ganhos até 0,4% em Frankfurt, Paris e Milão.
O Irão rejeitou até agora qualquer discussão para estabelecer um cessar-fogo neste conflito que se propagou a toda a região e reacendeu a guerra no Líbano, depois de o grupo xiita Hezbollah ter partido em apoio do seu aliado de Teerão e começado a atacar Israel.
Os EUA decidiram enviar 2.500 fuzileiros para reforçar as tropas que já estão na região.
Depois de uma subida recorde no início da semana, os combustíveis preparam-se para novo salto nas bombas a partir da próxima segunda-feira, pressionados pela escalada do conflito no Médio Oriente e constrangimentos no estreito de Ormuz
O Departamento do Tesouro emitiu uma licença que autoriza a venda, até 11 de abril, de petróleo bruto e derivados russos.
O novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, disse hoje que o encerramento do estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio marítimo de hidrocarbonetos, deverá ser prolongado.
O país permitirá temporariamente "níveis mais elevados de enxofre durante os próximos 60 dias".
Medidas vão ser aplicadas em coordenação com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
As economias já estão na zona de risco, mas o choque depende do tempo do conflito no Irão e do grau de destruição do setor da energia no Golfo. No cenário pior, o impacto no bolso, a prazo, virá de várias frentes.