Irão: Tóquio apela para que Teerão cesse ações que ameacem navegação no Estreito de Ormuz
Ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Toshimitsu Motegi, falou ao telefone com o homólogo iraniano, Abbas Araghchi.
Ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Toshimitsu Motegi, falou ao telefone com o homólogo iraniano, Abbas Araghchi.
Em chamadas realizadas na noite de segunda-feira com Rubio, os ministros dos Negócios Estrangeiros japonês e sul-coreano sublinharam a importância de ser garantida uma navegação segura naquela passagem.
O presidente dos EUA disse na sexta-feira que a marinha do país começaria "muito em breve" a escoltar petroleiros na passagem estratégica.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
Ministério dos Negócios Estrangeiros do país emite comunicado.
País avisa que considerará as bases norte-americanas na região como alvos legítimos.
A venda foi anunciada no meio de crescentes tensões regionais sobre a possibilidade de ataques militares norte-americanos contra o Irão.
A sabotagem, que também abalou o serviço de telefone móvel e o aquecimento em algumas zonas, obrigou ao encerramento de estabelecimentos comerciais e levou hospitais e lares de idosos a deslocarem pacientes e residentes.
A subida ocorre num contexto de crescente tensão com a China, a primeira-ministra japonesa chegou a afirmar que o Japão poderá intervir, se Pequim tomar medidas contra Taiwan.
Esconder averiguações preventivas mostrará sempre, pelo menos, medo do escrutínio. E quem tem medo do escrutínio já perdeu a razão. A justiça não pode comportar-se como um vampiro com medo da luz.
"Não há enriquecimento neste momento, porque as nossas instalações de enriquecimento foram atacadas", afirma o governo iraniano.
Nas últimas eleições, o partido Sanseito passou de um assento parlamentar na câmara alta japonesa para 15. O líder, Sohei Kamiya, diz admirar as políticas de Trump.
Numa reunião em Washington, o secretário de Defesa dos Estados Unidos felicitou o homólogo israelita pela operação militar israelita contra o Irão.
O Irão classificou os ataques como uma "violação flagrante e sem precedentes dos princípios mais fundamentais da Carta das Nações Unidas e das normas do direito internacional".
A União Europeia, França, a Irlanda, os Países Baixos, a Colômbia, a Jordânia e a África do Sul - esta última que apresentou uma acusação de genocídio contra Israel a 29 de dezembro perante o Tribunal Internacional de Justiça -, foram alguns dos primeiros a reagir a favor da ordem do Tribunal Penal Internacional.