Moradias, Bentleys e barcos. Eram de criminosos e estão à venda
Gabinete na dependência do ministério da Justiça guarda bens apreendidos pela PJ, vende-os em leilões e dá o dinheiro ao Estado.
Gabinete na dependência do ministério da Justiça guarda bens apreendidos pela PJ, vende-os em leilões e dá o dinheiro ao Estado.
O Ministério Público diz que o empresário recebeu €101 milhões da multinacional Asperbras que não declarou ao fisco português. Por isso, quer cobrar-lhe mais de €43 milhões. E ainda pondera acusá-lo de lavagem de dinheiro e corrupção num esquema que envolveu imóveis e carros de luxo, cofres secretos e até avestruzes e o cavalo Tirolez.
Para tentar concretizar os negócios envolveu o então CEO do Banco Carregosa, um alto quadro do BES e Miguel Relvas. A investigação da PJ terminou no fim de 2022, mas o MP adiou o fim do caso porque mandou transcrever de forma integral mais de mil escutas telefónicas. O caso arrasta-se há 10 anos, mas recentemente Veiga conseguiu que um juiz de Cabo Verde lhe libertasse cerca de €60 milhões que estavam apreendidos a pedido das autoridades portuguesas. Depois, tentou transferir quase €37 milhões – e nasceu um novo processo.
É um dos mais exclusivos condomínios do país. Há quase 100 anos um refúgio de famílias tradicionais, atrai agora novos milionários: o mais recente é Cristiano Ronaldo. Leia a grande reportagem da SÁBADO.
O negócio à volta do lixo bancário é um dos mais quentes do momento. As vendas a preço de saldo envolvem noitadas de trabalho, viagens a destinos exóticos - e negociação dura.
O empresário português atuou como "testa de ferro" para canalizar mais de 50 milhões de dólares de dinheiros públicos do Congo.
Depois de um pedido de aceleração processual feito pela defesa do empresário, Procuradora-geral da República deu um prazo de 18 meses para o DCIAP concluir a investigação
O processo da Rota do Atlântico resultou na detenção do empresário José Veiga, acusado de corromper governantes do Congo.
PJ confirma que foram detidas cinco pessoas e constituídos vários arguidos. Ao todo realizaram-se 33 buscas.
A operação da Polícia Judiciária inclui também a casa de Rui Rangel, da ex-mulher, Fátima Galante, e às residências do advogado José Sousa Martins e do seu filho.
Investigação "não tem por objecto o Clube", indica SLB. Procuradoria suspeita de "recebimento indevido de vantagem, ou, eventualmente, de corrupção", entre outros crimes.
O advogado de Vieira, José Luís Seixas, acompanha a operação da Polícia Judiciária.
Autoridades realizaram buscas ao apartamento e ao gabinete do juiz desembargador, Rui Rangel. A operação está a ser acompanhada pelo ex-Procurador-Geral da República, José Souto Moura, que é actualmente juiz conselheiro no Supremo Tribunal de Justiça. A SÁBADO assistiu à chegada das autoridades à casa do magistrado.
Investigação coloca vários empresários e políticos angolanos e brasileiros, estes relacionados com a Operação Lava-Jato, na lista dos que realizaram este tipo de pedidos
Vice-presidente de Angola e empresário condenado a pena de 18 anos no Brasil compraram casas em Lisboa.
José Maurício Caldeira já foi presente ao Tribunal da Relação.