
Hezbollah rejeita prorrogar trégua no Líbano e exige retirada de Israel
Movimento xiita libanês lembrou que Israel se deve "retirar após o prazo dos 60 dias" do cessar-fogo inicialmente acordado.
Movimento xiita libanês lembrou que Israel se deve "retirar após o prazo dos 60 dias" do cessar-fogo inicialmente acordado.
A decisão foi adotada "em linha com o mecanismo existente" para eleger o líder do movimento, segundo informações recolhidas pela cadeia de televisão Al-Manar, ligada ao Hezbollah.
Tinha 64 anos e o exército israelita garante tê-lo eliminado num ataque à sede do grupo em Beirute. Irão já apelou ao apoio ao Hezbollah.
Centenas de famílias passaram a noite passa ao relento, nas ruas do centro de Beirute ou em frente ao mar.
Nasrallah e a delegação do Hamas discutiram "as negociações em curso" e "as propostas para pôr fim à agressão contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza", ao mesmo tempo que reiteraram a "coordenação em todos os níveis" para alcançar todos os objetivos desejados" no quadro do conflito.
Vice-líder do Hamas Saleh al-Arouri foi o fundador das Brigadas Al-Qassam, braço armado do Hamas. Em 2018, os Estados Unidos ofereceram uma recompensa milionária por informações sobre o seu paradeiro.
O movimento xiita Hezbollah, que está representado no governo e no parlamento, é classificado como uma organização terrorista pelos Estados Unidos desde 1997.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que "se o Hezbollah ousar cometer o erro de atacar Israel", o país irá atacar a organização política e paramilitar islâmica, aliada do Irão.
Forças israelitas terão atingido armazéns usados pelo Hezbollah, que apoia Bashar al-Assad na guerra civil
O ataque ocorreu perto da linha divisória entre a parte síria dos montes Golã e a parte ocupada por Israel.
Operação militar ocorreu perto de Quneitra, não muito longe da fronteira entre Israel e a Síria.
O comentário televisivo foi a primeira reação do Hezbollah à decisão anunciada em Bruxelas...
O rei marroquino concedeu esta quinta-feira o maior indulto do seu reinado, ao perdoar ou reduzir penas a 190 detidos, ao mesmo tempo que decidia a liberdade provisória para três dirigentes independentes sarauis.