Farmacêuticas demoraram nove meses a submeter medicamentos e Infarmed 11 a avaliar e decidir
Segundo o relatório Acesso a Novos Medicamentos 2020-2025.
Segundo o relatório Acesso a Novos Medicamentos 2020-2025.
Em Portugal há nove preparações aprovadas pelo Infarmed mas nenhuma é comparticipada. E os seguros também não cobrem essa despesa, ao contrário do que acontece nalguns países da Europa, aponta o Observatório Português de Canábis Medicinal.
Entre os medicamentos cuja rutura teve um impacto considerado elevado estão anti-infecciosos, fármacos para o sistema nervoso central, para o aparelho cardiovascular, hormonas e medicamentos usados no tratamento das doenças endócrinas, medicação antialérgica e fármacos para tratamento de cancro.
Segundo o regulador, esta limitação deve-se à existência de "uma elevada prescrição" destes medicamentos destinados ao tratamento de doentes adultos com diabetes mellitus tipo 2, aliada a constrangimentos na capacidade de produção.
Laboratórios estão em rutura desde meados de abril devido ao aumento da procura e que há constrangimentos "na generalidade dos países europeus".
Semaglutido, clonazepam e amoxicilina são as substâncias que atualmente registaram maior escassez.
Embora mais reservadas do que até fevereiro, as minhas fontes estavam certas: Putin rema sempre ao contrário das análises do Ocidente, e não por acidente. Eis o seu novo mundo
Em causa está a deputada Cláudia Patrícia Dantas, eleita deputada pelo PSD.
O processo, com 120 arguidos, "devia ter sido repartido desde o início", diz Artur Marques. Já estão agendadas cerca de 90 sessões para o caso, até janeiro de 2023.
O pico da gripe acontece no inverno, mas os vírus circulam o ano inteiro e é preciso estar especialmente atento quando não é tão difundido.
Pantoprazol também é usado contra a úlcera gástrica. Entidades devem devolver medicamentos dos lotes.
A APA considerou conforme o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) para o projeto de exploração de lítio da Mina do Barroso, no concelho de Boticas.
Pedido de afastamento do processo tinha sido formulado pelo Ministério Público, que desconfiava da imparcialidade do magistrado judicial
Infarmed diz que "tem vindo a trabalhar com as demais autoridades do medicamento da União Europeia e com os titulares de autorização de introdução no mercado (AIM) no sentido de rever as condições de comercialização dos medicamentos contendo Imunoglobulina Humana Normal e, dessa forma, assegurar a sua disponibilidade no mercado nacional".
Três juízas desembargadoras consideraram não existir fundamento para o afastamento do magistrado, indicando que o objetivo do arguido Paulo Lalanda de Castro com o incidente era escolher o juiz de instrução.