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Fábio Medeiros e João Mesquita são os convidados do Negócios Record.
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Após o Supremo Tribunal ter invalidado, em fevereiro, grande parte das tarifas que Donald Trump já tinha estabelecido, o presidente norte-americano continua a querer aumentar tarifas sobre mercadorias estrangeiras.
O Presidente dos EUA quer apertar com as farmacêuticas para que operem ainda mais na maior economia do mundo. Nos metais, as alterações servem para "simplificar uma política complicada".
A UE já tinha assinadp, só este ano, dois novos acordos comerciais: com o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e com a Índia.
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão a 28 de fevereiro, matando o aiatola Khamenei e iniciando uma guerra regional. Os objetivos da guerra parecem não estar claros, especialmente os pessoais do presidente norte-americano, que detém vários negócios na região.
As investigações são lançadas ao abrigo da Lei do Comércio de 1974, o que poderá levar a novas tarifas de importação.
Presidente dos EUA vai "cortar todos os acordos com Espanha" e atira ao Reino Unido enquanto elogia a Alemanha.
O Governo realçou que "Espanha é um membro chave da NATO, que cumpre com os seus compromissos".
Os direitos aduaneiros cobrados pelas autoridades norte-americanas terão ultrapassado os 130 mil milhões de dólares em 2025.
Modi tem sabido interpretar as oportunidades desta nova ordem de geometria variável e fez acordos comerciais com Reino Unido, União Europeia e EUA em poucas semanas. A Índia será um poder crescente de potencial elevado. Zelensky foi obrigado a explicar que para haver eleições terá de haver, antes, um cessar-fogo e garantias de segurança. A insistência de Trump no tema reforça suspeitas de que Putin tem mesmo o Presidente dos EUA na mão.
Chefe da diplomacia europeia responde aos EUA que valores da civilização do Velho Continente permanecem intactos.
Após quase duas décadas de negociações, a Índia e a União Europeia anunciaram, esta terça-feira, que chegaram a um acordo de livre comércio.
Em comunicado entretanto divulgado em Bruxelas, a Comissão Europeia assinalou que este é "o maior acordo alguma vez celebrado por qualquer uma das partes".
A arma comercial preferida do Presidente dos EUA está de regresso, com a ameaça de taxas de 25% sobre a Coreia do Sul caso o parlamento não ratifique o acordo entre os dois países. Nas últimas semanas, foram vários os países visados, por motivos diferentes.
“Não nos podemos dar ao luxo de descartar a Europa”, dizem os EUA, mas também veem “dois Ocidentes” - um deles em declínio no continente europeu.
Administração Trump anunciou acordos comerciais com Argentina, El Salvador, Guatemala e Equador.