Acampada no Porto recusa sair da Praça D. João I para dar lugar a mercado de Natal
Responsável minimizou o problema da chegada da chuva-
Responsável minimizou o problema da chegada da chuva-
O atual ministro da Defesa Nacional terá feito declarações acerca do sotaque de manifestantes.
"Não estamos contra a Feira de Natal. Estamos a favor de uma Lisboa que saiba valorizar os seus espaços, respeitar o seu património e encontrar soluções mais equilibradas para todos", sublinham.
Capturar as leis para gizar legalidades de conveniência acelera o estertor democrático.
Os ciberataques dos últimos dias, o julgamento de Duarte Lima, as histórias desconhecidas de Sissi.
Depois das recentes cargas policiais e destruição de tendas a quarta-feira foi marcada pela tranquilidade e na Praça D. Pedro IV.
Presidente da República diz ainda que o que os portugueses esperam da política é que haja "resultados concretos que melhorem a sua vida", declarou.
Ministro da Habitação referiu ter "total empatia" com a causa e disse estar disponível para um "diálogo absoluto".
A assembleia popular, com cerca de 150 pessoas, deliberou permanecer em resistência na Praça D. João I, onde têm protestado pelo direito à habitação desde 10 de outubro
Houve só uma bastonada (disse o ministro, depois corrigiu). Houve bastonadas e feridos dessas bastonadas. Aliás, o tipo de ferimentos é revelador.
Tendo observado em primeira mão as assembleias populares na Acampada de Lisboa, posso assegurar que não há qualquer risco iminente de substituição de um órgão de soberania. De facto, a assembleia popular tem mais de assembleia de condomínio do que de Assembleia da República.
Segundo a PSP, "os únicos cidadãos conduzidos às instalações policiais foram os sete detidos no decurso da intervenção, os quais foram transportados em viatura policial caracterizada e por polícias uniformizados".
"É uma classe média entalada, muitas daquelas pessoas nunca foram a manifestação nenhuma", realça, considerando que "o Governo está completamente enganado na leitura que faz", afirma.
Nas missivas assinadas pelo coordenador nacional do BE, José Manuel Pureza, o deputado Fabian Figueiredo e a eurodeputada Catarina Martins, o partido documenta as cargas policiais das últimas duas semanas em Lisboa e no Porto.
Diretor-geral editorial da Medialivre defende que tendo o repórter uma "câmara, iluminador ligado e capacete com a palavra 'Press'", seria "difícil acreditar que quem lhe bateu não soubesse em quem estava a bater".
A mesma fonte referiu também não ter conhecimento sobre qualquer tipo de incidentes na Praça D. João I, referindo que os manifestantes permaneceram acampados de forma "ordeira" durante a noite.