Sábado – Pense por si

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

Editorial

Uma nova esperança

Poucos vão chorar a queda de Assad tal como, no futuro, será uma minoria a lamentar o fim dos regimes do Irão, Venezuela, Bielorrússia, Coreia do Norte ou Rússia. Mas é necessário evitar o vazio de poder para impedir que a Síria se torne um Estado falhado, como o Líbano, ou um país que alberga e patrocina o terrorismo.

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