FCT reforça investimento e anuncia 1.600 bolsas para doutoramento
Com mais 50 bolsas do que no ano anterior, o concurso de 2026 representa um investimento total de 145 milhões de euros, mais 12 milhões de euros do que no ano passado.
Com mais 50 bolsas do que no ano anterior, o concurso de 2026 representa um investimento total de 145 milhões de euros, mais 12 milhões de euros do que no ano passado.
Sofia Lisboa tem 32 anos e é atualmente deputada na Assembleia da Municipal de Lisboa e investigadora.
O secretário-geral do PS reafirmou que é favorável a uma reforma do Estado, mas esta tem de ser feita "em diálogo", criticando uma reforma que afeta diretamente "aquele que é o esteio da investigação e do conhecimento no país", sem essa auscultação prévia.
O protesto, promovido por organizações de bolseiros, investigadores e estruturas sindicais, parte da reitoria da Universidade de Lisboa e termina no Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior.
Investigadores protestam contra barreiras impostas em concurso da FCT. Leia a carta aberta subscrita pela Rede de Investigadores contra a Precariedade Cientifica.
Cita a Constituição de cor, tem bem estudados os dossiês e as cartilhas políticas. Os adversários descrevem-no como um ortodoxo, mas quem está no PCP vê-o com a capacidade de ir buscar apoios fora do partido.
A responsável da Associação de Bolseiros de Investigação Científica apontou para diferenças remuneratórias que nalguns casos é de 500 euros e em outros de 100 a 200.
Federação Nacional dos Professores acusou o governo de ter enganado os trabalhadores do ensino superior e da ciência, no âmbito do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários da Administração Pública.
Mário Nogueira da FENPROF também se juntou às reivindicações dos bolseiros e disse esperar que o primeiro-ministro, António Costa, "não se limite a dizer-se preocupado com o que se está a passar, mas que sejam tomadas medidas para que, de facto, a situação se regularize".
Mário Nogueira diz não entender como é que, com descongelamento e reposicionamento na carreira docente, o executivo prevê gastar menos 194 milhões de euros com pessoal no próximo ano.
Sindicatos, bolseiros e investigadores precários entregaram uma carta na residência oficial do primeiro-ministro pedindo a regularização dos vínculos laborais no ensino superior e na ciência.
O responsável pela pasta da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior no Governo, Manuel Heitor, recordou ainda o compromisso de garantir cinco mil novos contratos até ao final da legislatura.
Em causa estão valores anuais, por aluno de doutoramento, de pelo menos 2.750 euros.
O protesto, do pessoal docente e não docente e de investigadores, visa reivindicar "um verdadeiro combate à precariedade na ciência e ensino superior".
Manifestantes querem regularização dos vínculos laborais.
Protesto convocado pela Fenprof luta contra a forma "desumana e calculista" como o Governo tem tratado a questão da precariedade.