Marcha lenta em Paredes e buzinão em Lisboa: O que reivindicam os condutores em protesto nas estradas?
Condutores e empresários exigem medidas concretas face ao aumento do preço dos combustíveis.
Condutores e empresários exigem medidas concretas face ao aumento do preço dos combustíveis.
O ministro das Infraestruturas e Habitação contactou os empresários.
A manifestação reunirá uma série de empresas do ramo das terraplanagens, movimentação de terras, extração de inertes e transportes.
Para já, está confirmada a participação de "100 empresas e de 400 carros pesados".
Na terça-feira, entrou em vigor a proibição de veículos pesados sem destino às cidades do Porto ou de Vila Nova de Gaia na VCI.
Foi instalada, nas vias de entrada da VCI, sinalização vertical a indicar esta proibição e a fiscalização será feita pela PSP e GNR.
O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, acredita que esta solução vai "libertar muito do trânsito" da VCI, anunciando ainda um túnel entre a Ponte da Arrábida e a Avenida AEP para aliviar o Nó de Francos.
Deputado Frederico Francisco criticou a "impreparação" do Governo para implementar esta medida de forma imediata.
Preço da carne, tabaco, combustíveis e bilhetes de transportes ficarão mais caros. Em contrapartida, aumenta o salário mínimo, as pensões e o subsídio de desemprego.
Já foram aprovadas 163 iniciativas. Último dia de votação final global é na quinta-feira.
Objetivo é libertar o trânsito da VCI no Porto.
O plano apresenta recomendações aos automobilistas e conta com uma aplicação que "integra soluções tecnológicas que monitorizam em tempo real o desenvolvimento dos incêndios e fornecem alertas rápidos", explicou o gabinete de comunicação da Brisa.
Às 16h, de acordo com a GNR, registavam-se cortes na Estrada Nacional 18 (EN18), no distrito de Portalegre entre Vila Velha de Ródão e Nisa e na Autoestrada 41 (A41), nos dois sentidos, entre Paços de Ferreira e Espinho, no distrito do Porto.
Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas.
Com o País em alerta máximo até quarta-feira, a Proteção Civil esclareceu que a atual situação "não está fora de controlo, mas é muito complicada". Eis o ponto de situação de Norte a Sul.
As chamas obrigaram a cortes de trânsito em várias autoestradas, além de motivarem alguns condicionamentos ferroviários.