Sábado – Pense por si

Como sobreviver às burlas online
Bruno Faria Lopes

Como sobreviver à explosão das burlas online

As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.

Pedro, o Desejado

Nas suas intervenções recentes, Passos voltou a colocar-se como figura incontornável do centro-direita e da direita democrática. Fê-lo com um discurso claro: crítica à “reforma do Estado em PowerPoint”, denúncia da viciação de concursos públicos, defesa da meritocracia, transparência e exigência na administração.

Froholdt e Hjulmand têm sido fundamentais no meio-campo de FC Porto e Sporting
Tiago Carrasco

Duelo de vikings pelo trono da Liga

Hjulmand chorava quando perdia, só cresceu aos 16 anos e saía à noite com os amigos. Froholdt quebrava recordes nos testes físicos e era introvertido. Oriundos dos arredores de Copenhaga e formados no mesmo clube, os dois médios estão a arrasar no futebol português.

Álvaro Laborinho Lúcio, antigo ministro da Justiça, faleceu.
Ricardo Santos

Laborinho Lúcio (1941-2025): um homem de várias facetas

Pedagogo, escritor, amante das artes e do futebol, deputado pelo PSD, ministro da Justiça, juiz do Supremo Tribunal, defensor e mentor de políticas sociais para crianças e vítimas de violência doméstica e abusos sexuais, morreu aos 83 anos.

Lusa

Quase 40% das pessoas com deficiência vivem com menos do que salário mínimo

"As incapacidades motoras e visuais são aquelas em que o valor apurado para o desemprego é ainda superior. Entre os desempregados à procura de emprego, 53,2% detêm habilitações literárias ao nível do ensino secundário, 41,8% têm deficiência motora e 13,2% deficiência visual", lê-se no relatório do Sistema de Indicadores de Políticas de Inclusão.

Por nossas mãos

Compram-se: histórias da carochinha

Já sabíamos que vivemos numa era de ciclos mediáticos muito curtos. Isso já era o caso com a televisão e passou a sê-lo mais ainda com as redes sociais. Todavia, estes meios deveriam permitir-nos confrontar os políticos com o que disseram ou propuseram no passado. Como se diz na gíria, "a internet não esquece".

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