Operação Marquês: ex-ministro Mário Lino diz que foi ideia sua antecipar concurso do TGV
Antigo responsável pela pasta das Obras Públicas, Transportes e Comunicações no primeiro Governo de José Sócrates contradiz o Ministério Público.
Antigo responsável pela pasta das Obras Públicas, Transportes e Comunicações no primeiro Governo de José Sócrates contradiz o Ministério Público.
A Universidade Nova de Lisboa destaca-se nas compras à 25ª hora. Há mobiliário premium, um piano de 56 mil euros - e tangentes aos limiares financeiros que impõem mais escrutínio na contratação pública.
O Governo justificou a entrada no capital da REN com razões de "soberania e segurança energética".
O procurador-geral da República confirmou as investigações ao ministro da Administração Interna.
Em vez de procurar combater os reais problemas, tanto este governo como o anterior, ambos liderados por Luís Montenegro, apenas criam, de forma continuada e avassaladora, novos problemas e escândalos.
O cerco a Luís Neves cresceu em quantidade, mas não em qualidade. Outras agendas se revelam.
O economista é conhecido por ter relações estreitas com o poder político quando o governo é de direita, participando na análise de políticas públicas. À esquerda não reúne muitos admiradores.
Em entrevista à SÁBADO, denunciante do caso Rui Cristina faz uma retrospetiva do inquérito e do mandato em Albufeira até hoje.
A operação, acordada entre a Parpública e a Pontegadea e que ainda precisa de visto do Tribunal de Contas, prevê a aquisição de 13,7%.
Para "salvaguardar o prestígio e o regular funcionamento das instituições".
O ministro da Presidência explicou que a aquisição de participações relevantes em empresas cotadas é normalmente feita através de negociações bilaterais, com base numa média histórica da cotação e um prémio associado à influência que a participação confere.
Valor da compra de 13,7% da REN ascende a 380 milhões de euros. Negócio aguarda Tribunal de Contas.
O ministro-alvo eternizar-se-á enquanto alvo enquanto se eternizar como ministro. De arrasto, leva uma inspeção geral, coisa pouca, e criará novos problemas (no governo, na PJ, na IGSJ). Nessa altura, o problema não será um ministro. Será tudo o resto. Mas o caso é como uma nódoa de óleo: enquanto não se limpa, alastra.
Fabian Figueiredo contestou números do relatório apresentado esta terça-feira pelo grupo de trabalho criado para estudar a reforma da Segurança Social e contrapôs que "a Segurança Social portuguesa nunca esteve tão sólida".
Primeiro-ministro pretende que rede elétrica chegue "mais facilmente à casa das pessoas e também às empresas". Objetivo passa também por "diminuir os custos".
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?