Irão ameaça retaliar contra EUA e Israel em caso de ataque norte-americano
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.
Novos ataques russos na noite de quinta para sexta-feira privaram de aquecimento metade dos edifícios residenciais de Kiev, levando o presidente da câmara da capital ucraniana a apelar à população para que saísse temporariamente da cidade.
Há ainda registos de centenas de feridos e mais de dois mil detidos
EUA reitaram-se de cerca de 30 organizações das Nações Unidas, incluindo importantes organismos na área do clima.
Portugal quer pela quarta vez um lugar não permanente no Conselho de Segurança. “Abordo sempre este tema em qualquer viagem”, assume Paulo Rangel.
A líder da oposição declarou que planeia regressar à Venezuela o mais rápido possível e afirmou que não falou com Trump desde a extração de Maduro de Caracas pelos Estados Unidos.
O Exército israelita, através do seu porta-voz em árabe, emitiu ordens de evacuação para os residentes de quatro aldeias.
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Colégio Nacional de Jornalistas instou as autoridades venezuelanas a libertarem imediatamente os detidos.
Presentes na manifestação estiveram representantes do PCP e Bloco de Esquerda, bem como o candidato presidencial André Pestana.
"devemos tirar as conclusões que nos levem a poder criar um processo democrático que traga mais bem-estar para toda a Venezuela e para os portugueses que lá vivem", disse.
O embaixador norte-americano na ONU, Mike Waltz, defendeu a detenção de Nicolás Maduro como uma operação “cirúrgica” de aplicação da lei, após os EUA terem capturado este fim de semana. As Nações Unidas alertam, no entanto, que a ação unilateral poderá violar o direito internacional.
O filho de Maduro sublinhou que a mobilização popular deve centrar-se em “erguer as bandeiras da dignidade” e rejeitar qualquer perceção de fraqueza.