Doentes urgentes com quase 11 horas de espera no Hospital Amadora-Sintra
No Hospital Garcia de Orta, à mesma hora os doentes urgentes esperavam seis horas e 39 minutos, segundo o portal do SNS.
No Hospital Garcia de Orta, à mesma hora os doentes urgentes esperavam seis horas e 39 minutos, segundo o portal do SNS.
Na generalidade das restantes unidades hospitalares do país, os tempos médios de espera eram inferiores a duas horas.
Alegando falta de condições na urgência para prestar cuidados de saúde seguros e adequados aos utentes.
Com doentes urgentes a chegarem a esperar, em média, cerca de nove horas.
Segundo os dados disponíveis no portal pelas 08h45, nas urgências do Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro), os doentes estavam em média mais de 11 horas para primeira observação.
O psiquiatra, a exercer desde 1995, também se dedica à escrita não ficcional. Na sua última obra, esmiúça os nossos tão variados medos, desmistificando-os. Até porque são eles que nos salvam dos perigos.
O primeiro parto de Ana Sprit ficou marcado por abandono, falta de comunicação e procedimentos que diz não ter consentido. Enquanto espera o terceiro filho, lamenta a decisão do Parlamento de retirar da lei o termo "violência obstétrica".
Colisão entre três viaturas na Avenida da Índia fez pelo menos seis feridos. Uma das vítimas mortais é uma mulher de 75 anos.
"As equipas médicas, de enfermagem e restantes equipas de profissionais continuam a prestar os cuidados de saúde necessários, de modo a apoiar os utentes e familiares", adianta nota hospitalar.
Há quem decida casar-se, passear à beira-mar, visitar o estádio do clube do coração, transpor para uma tela uma sonata de Beethoven, despedir-se dos gatos ou celebrar os 18 anos da filha. Quando não há cura, cuidar faz toda a diferença. Os sonhos dos doentes e quem os torna realidade.
Segundo a instituição, nasceram mais de 240 meninas filhas de mulheres submetidas a esta prática, entre setembro de 2015 e dezembro de 2025.
Luísa Ximenes, enfermeira diretora demissionária, recorda que a ministra da Saúde "sujeitou [o hospital] a duas administrações" e que "agora vem uma terceira".
As pretensões portuguesas ao território ártico, a crise no Amadora-Sintra e os advogados de Sócrates estão entre os destaques desta manhã.
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
Garante que constrangimentos não estão a afetar a assistência e a segurança dos doentes.
Segundo dados do Portal do SNS.