
Três anos depois, será lido o acórdão sobre a morte de Giovani
Sete portugueses estão indiciados pelo crime de homicídio qualificado consumado, mas o Ministério Público pede a absolvição de seis.
Sete portugueses estão indiciados pelo crime de homicídio qualificado consumado, mas o Ministério Público pede a absolvição de seis.
Todos os acusados residem no concelho de Bragança e hoje já saíram em liberdade da sessão do julgamento por o tribunal entender também que já não existem os perigos associados às medidas de privação da liberdade, nomeadamente a perturbação da prova.
O tipo de lesão que o jovem cabo-verdiano apresentava "é frequente em quedas em altura, agressões, acidentes de viação", afirmou no julgamento.
Alegaram que encontraram no local, onde ocorreram os factos na madrugada de 21 de dezembro de 2019, quatro dos arguidos que lhes disseram ter andado à pancada e que tinham, dois deles, as metades de um pau, e um terceiro uma soqueira numa mão ensanguentada.
A acusação recaiu sobre oito homens da zona de Bragança, com idades entre os 22 e os 45 anos, que são alvo ainda de um pedido de indemnização civil superior a 300 mil euros.
Está a decorrer a fase de instrução do julgamento. Advogados de defesa que querem convencer a juíza de instrução de que não há fundamentos para levar os arguidos a julgamento.
O estudante foi violentamente agredido em Bragança e acabou por morrer no hospital. Existe um oitavo arguido que está apenas acusado de favorecimento pessoal.
O Tribunal de Bragança decidiu sujeitar a prisão preventiva os três suspeitos, com idades entre os 24 e 32 anos, no caso da morte do estudante cabo-verdiano, que pode ser substituída por prisão domiciliária.
PJ já tinha procedido à detenção de outros cinco homens, com idades entre os 22 e os 35 anos.
O número de queixas por ofensas graves à integridade física duplicou em Bragança, mas reduz-se a quatro denúncias, o que o comandante entende que "não corresponde de todo à verdade".
Presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Orlando Rodrigues, descarta a possibilidade de uma motivação racista por detrás da morte do estudante cabo-verdiano de 21 anos.
Os suspeitos, com idades entre os 22 e os 35 anos, são de Bragança e foram detidos esta quinta-feira. Estão indiciados por um crime de homicídio qualificado e três tentativas de homicídio.
"Não se trata de um crime entre raças, pessoas de um país ou outro, mas de gente violenta de Bragança", apontou Luís Neves, diretor geral da Polícia Judiciária
Esta sexta-feira, a Polícia Judiciária deteve cinco suspeitos de matar Luís Giovani Rodrigues.
Foram detidos cinco homens, com idades entre os 22 e os 35 anos, tendo sido apreendidos elementos probatórios relevantes, indica a PJ.
Na primeira nota sobre o caso, a PSP diz que as diligências foram desenvolvidas "desde o primeiro momento".