Polícia Marítima resgata 45 migrantes em operação na Grécia
Também na sexta-feira e no sábado, a Polícia Marítima portuguesa resgatou um total de 145 pessoas ao largo da ilha de Gavdos.
Também na sexta-feira e no sábado, a Polícia Marítima portuguesa resgatou um total de 145 pessoas ao largo da ilha de Gavdos.
A agência refere que se verificou uma diminuição em "praticamente todas as principais rotas migratórias", com exceção do Mediterrâneo Ocidental, que engloba o sul de Espanha.
Polícia Marítima está integrada na missão "Joint Operation Greece 2026", coordenada pela Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira, em apoio à Guarda Costeira grega.
A rota mais utilizada para tentar entrar irregularmente na União Europeia foi o Mediterrâneo Oriental, com 20.232 entradas detetadas pela Frontex, uma redução de 28% quando comparado com o ano passado.
Líderes de 22 países europeus acusam o primeiro-ministro espanhol de criar a "perceção de que a entrada ilegal na União Europeia é possível".
A agência europeia de fronteiras Frontex lançou, esta quarta-feira, um novo contingente de comando na capital portuguesa para coordenar operações em Portugal e Espanha. A nova unidade contará com mais de 300 agentes destacados na Península Ibérica e nas ilhas.
Ministro da Administração Interna admitiu, no entanto, que não foi tudo transmitido.
Em causa estão problemas verificados com o novo Sistema de Entrada/Saída da UE.
Este ano e até abril deste ano foram já 421 imigrantes que saíram de Portugal ao abrigo do retorno voluntário, dos quais 244 pela Frontex e 177 pela OIM.
Entre as principais rotas migratórias, o Mediterrâneo Oriental destacou-se como a mais movimentada, com cerca de 6.500 entradas registadas, embora tenha registado uma descida de 34% face ao ano anterior.
Segundo a polícia, mais de metade dos processos de expulsão de estrangeiros em 2024 e 2025 envolveram cidadãos brasileiros.
O responsável pela associação que representa os oficiais da GNR considerou que existe "quase como que uma tentativa" da GNR, que é de cariz militar, "colocar a polícia civil na ordem".
Instituição adiantou ainda ter resgatado 101 pessoas em terra e no mar, mais 60 do que em 2024.
Esta conta está errada logo desde o início. A estratégia da senhora Ministra de culpar as forças de segurança é errada e é muito grave !
Objetivo é assegurarem o funcionamento regular do controlo de fronteiras e a segurança no período de maior afluência.
Com a extinção do SEF há dois anos algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP.