Diretor da PSP diz que formação de polícas terá "atenção particular" ao racismo
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Na quarta-feira, o novo ministro da Administração Interna esteve reunido no ministério com o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Veloso, e com o Diretor Nacional da PSP, Superintendente-Chefe Luís Carrilho.
“Estava tudo à vista” quando o ex-primeiro-ministro foi eleito e reeleito e escreveu um livro a demonstrá-lo. Garante que não está obcecado com ele – o País é que não pensa o suficiente no caso Sócrates e mantém o padrão do deixar passar, até com o atual primeiro-ministro. Fez o retrato de uma “personagem fascinante” que – esqueçam Ventura – pôs mesmo em causa o Estado de direito. O PS fez-se cego e ainda há socráticos por aí. “Deixa-me embasbacado.”
Os smartphones são apenas para os mais velhos. Um movimento de pais da Escola Alemã de Lisboa defende que seja adiada a exposição aos ecrãs e às redes sociais, durante a infância e pré-adolescência. Até lá, os dumbphones (sem acesso às redes) podem ser a resposta.
Em Lisboa, Ana Moura é mestre de cerimónias de mais um Arraial Triste e há cinema para ver no Capitólio. No Grande Porto, há petiscos do Peru. E na Guarda, um festival de entrada livre.
Apesar de tudo, a PSP continua a cumprir com excelência a sua missão. Em cada operação, em cada patrulhamento, em cada escola, bairro ou estádio, estão agentes que vestem a farda com dignidade, vocação e um profundo sentido de dever.
"O Estado não abdica do seu dever essencial, de proteger e respeitar todos os que se encontrem no nosso território", disse Maria Lúcia Amaral.
Segundo o diretor nacional, em 14 anos, a PSP registou 60 inquéritos internos relacionados com racismo e xenofobia. Desses, 44 foram arquivados.
Inaugurado esta 4.ª feira, o pavilhão servirá para "preservar, estudar e partilhar a coleção privada do artista ", constituída por cerca de 1.500 obras de arte.
De 5 a 8 de junho, ninguém paga para entrar no pavilhão onde estarão obras de artistas como Marina Abramovic, Robert Morris e Rui Chafes.
O Pavilhão vai contar com mais de 1.200 obras expostas, de artistas como Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Andy Warhol, Marcel Duchamp e Marina Abramovic.
Sessões de autógrafos, exposições como "De Dylan Dog a Batman", workshops e conversas com convidados são algumas das apostas desta edição. Câmara investiu 40 mil euros no festival.
Manuel Santana Lopes era o confidente e amigo das estrelas, discreto e sem sinais de riqueza. Confrontado pelos advogados da Notable, onde trabalhava, confessou o desfalque de 220 mil euros a Carolina Patrocínio e Tiago Teotónio Pereira. Desde essa segunda-feira, 10 de março, tudo desabou.