Porque é que ninguém fala agora das filas do aeroporto?
Em Portugal falamos muito quando as coisas correm mal e quase nada quando alguém as resolve.
Em Portugal falamos muito quando as coisas correm mal e quase nada quando alguém as resolve.
Tribunal Central da Instrução Criminal de Lisboa confirmou a acusação do Ministério Público.
Em causa está a desatualização da tabela remuneratória.
Duas estudantes contam à SÁBADO como têm vivido os últimos dias. Psicóloga afirma que a ansiedade compreende-se pela “importância da nova fase de vida que se aproxima”.
Estamos a falar da normalidade quotidiana de uma parte significativa das mais de mil instalações policiais que o Ministério da Administração Interna admite tutelar, muitas delas, nas palavras da própria tutela, em situação deficitária.
Sobreo diretor nacional da PSP, que se manifestou solidário com o agente condenado, Jorge Pinto considerou que "quando alguém age mal", o normal será que "o diretor nacional se coloque ao lado da vítima, se coloque ao lado da justiça".
Luís Carrilho diz que é preciso esperar pelo processo disciplinar e que a sentença transite em julgado.
Especialista em cultura pop, Álvaro Costa fez para a SÁBADO a playlist deste Mundial. Para Diogo Costa vai The Wall, dos Pink Floyd. E qual será a música apropriada para Cristiano Ronaldo ou Messi?
Conhecido como “o polícia antirracista”, tornou-se incómodo por apontar o dedo ao preconceito no interior da PSP. O caso da esquadra do Rato devolve à memória as denúncias.
"Tudo o que estiver ao alcance do Governo, tudo faremos para que haja dois cursos por ano", assegurou Luís Neves.
Parceria prevê partilha de informação, ações de formação e iniciativas conjuntas de sensibilização e prevenção.
Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, defendeu que "para ter mais polícia é preciso ter condições (...) e renovar as esquadras em má condição".
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Na quarta-feira, o novo ministro da Administração Interna esteve reunido no ministério com o Comandante-Geral da GNR, Tenente-General Rui Veloso, e com o Diretor Nacional da PSP, Superintendente-Chefe Luís Carrilho.