António José Seguro diz que há “muitos incentivos à desmobilização eleitoral” e apela ao voto
O candidato a Belém considerou que “compete agora às autoridades avaliar as condições da realização em cada concelho desta eleição”.
O candidato a Belém considerou que “compete agora às autoridades avaliar as condições da realização em cada concelho desta eleição”.
Candidato a Belém vai apresentar proposta a António José Seguro e a Marcelo Rebelo de Sousa ainda esta quinta-feira.
Candidato a Belém vai apresentar proposta a António José Seguro e a Marcelo Rebelo de Sousa ainda esta quinta-feira.
O candidato à presidência da República António José Seguro esteve no NOW na noite desta terça-feira e explicou que criticou os métodos do adversário na corrida a Belém, “designadamente nas redes sociais, que partem de perceções, narrativas alternativas, insultos e falsidades”.
O candidato a Belém considerou que “A maior parte dos salários dos portugueses não são como o salário do ministro da Coesão Territorial e, portanto, não podem ficar dependentes do salário do mês passado”.
O candidato a Belém sustentou ainda que estes fundos, "tal como aconteceu no incêndios", têm que ser previamente ativados para poderem ser "rapidamente utilizados".
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Conheça ainda as disputas internas que abalaram o partido ADN e a forma como André Ventura pretende chegar a Belém, ou a São Bento.
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
Mesmo que objetivo não seja Belém, esta eleição pode ajudar o Chega a deixar de ser "partido de um homem só", segundo refere o politólogo José Adelino Maltez.
Já estão apurados os dois candidatos à segunda volta.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
O candidato liberal quase conseguiu duplicar a votação face ao espaço da IL, mas não conseguiu passar à terceira volta. Cotrim não quis endossar votos, nem dar a opinião sobre em quem votará na "péssima escolha", como lhe chamou, entre Seguro e Ventura. Afastou candidatar-se à IL, cuja liderança - por Mariana Leitão - considerou estar "bem entregue".
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".