Buscas na PJ no âmbito da denúncia contra o diretor Carlos Cabreiro
Em causa estarão as escutas ilegais no caso de Rui Pinto.
Em causa estarão as escutas ilegais no caso de Rui Pinto.
Arif Efendi contou que a Polícia Judiciária equipou o seu sócio, Nélio Lucas, com aparelhos “ocultos”. O Ministério Público investiga o atual diretor nacional da PJ, Carlos Cabreiro, por crimes de falsas declarações e abuso de poder.
Vigilância policial poderá ter incluído escutas ambientais que não teriam sido autorizadas.
Carlos Cabreiro foi acusado de mentir sobre a realização de escutas não autorizadas no âmbito do processo Football Leaks.
Em causa está uma queixa apresentada na Procuradoria-Geral da República onde o atual diretor da PJ é acusado de ter prestado um falso testemunho sobre escutas feitas no processo Football Leaks.
Carlos Cabreiro é um dos nomes apontados numa denúncia enviada ao Procuracurador-geral da República por crimes de falsidade de testemunho e abuso de poder. O caso envolve o “hacker” Rui Pinto e o processo “Football Leaks”, no qual há suspeitas de que a PJ tenha gravado uma conversa sem autorização de um juiz.
O candidato independente à Câmara do Porto Filipe Araújo apresentou hoje queixa na PSP após alegadamente ter sido agredido pelo responsável pela comunicação da candidatura do PSD.
Diretor do Serviço de Oncologia da Unidade Local de Saúde de Santo António vai apresentar a candidatura a 4 de junho em hora e local ainda a definir.
O candidato da Nova Direita já apresentou algumas propostas que pretende implementar.
Juízes desembargadores confirmaram condenação do pirata informático pelos crimes de extorsão na forma tentada, violação de correspondência e acesso ilegítimo. Decidiram também devolver vários dispositivos ao hacker e anular a indemnização de três mil euros à Doyen Sports Investments.
"Clóvis não participou no homicídio de Fábio Guerra", afirmou o advogado Aníbal Pinto.
Clóvis Abreu esteve mais de um ano e meio sem se apresentar às autoridades, tendo agora ficado à guarda da Polícia Judiciária.
Hacker foi condenado a quatro anos de prisão, com pena suspensa, no julgamento do processo Football Leaks.
Os juízes condenaram o hacker a quatro anos de pena suspensa pela prática de nove crimes (e a amnistia papal deixou cair outros 79 outros) e deixaram um aviso ao hacker: "A verdade não é um valor absoluto e não pode ser investigada a qualquer preço".
Rui Pinto foi condenado por extorsão na forma tentada, acesso ilegítimo e acesso indevido. Os juízes concluíram que trabalhou sempre sozinho nos Football Leaks e que nunca houve outros elementos a trabalhar na divulgação dos documentos.
O hacker, que tem hoje 34 anos, pode ser beneficiado pela lei da amnistia papal. Há três anos que é julgado pelo Football Leaks - mas seguem-se novos julgamentos.