Luís Neves diz que "uma pequena franja tem vindo a colocar em causa o cumprimento da lei"
Ministro da Administração Interna refere que não podem "existir bloqueios àquilo que é a firmeza do Estado" e mantém confiança na PSP.
Ministro da Administração Interna refere que não podem "existir bloqueios àquilo que é a firmeza do Estado" e mantém confiança na PSP.
Ministro da Administração Interna garante que a PSP não colocou em causa o direito à manifestação na última madrugada em Lisboa e no Porto.
O ministro da Administração Interna disse que não falou com Luís Montenegro sobre as intervenções policiais durante a manifestação no Rossio. Porém, o primeiro-ministro disse que esteve em contacto com os ministros e ainda, afirmou que "não há uma única pessoa" que possa dizer o contrário.
A saída de Joaquim Morgado da Secretaria-Geral do MAI acontece 15 dias depois de o ministro Luís Neves ter afastado do cargo o secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho.
No debate parlamentar sobre a proposta orçamental na Assembleia da República desta terça-feira, que teve início com a intervenção do primeiro-ministro, Luís Montenegro acusou José Luís Carneiro de ordenar expressamente uma carga policial que ocorreu no dia 1 de abril de 2023, enquanto desempenhava o cargo de ministro da Administração Interna.
A responsável pela Administração Interna no governo regional sublinhou que o ocorrido no sábado em Barcelona foi organizado em plataformas digitais, sobretudo o TikTok, por contas com "identidades camufladas" que remetiam para grupos de mensagens no WhastApp e Telegram.
O objetivo será a "avaliação dos procedimentos adotados", referiu ainda a Inspeção-Geral da Administração Interna.
Luís Neves sustenta que "o direito à manifestação é absolutamente legítimo".
Auditoria incluirá toda a contratação e atividade da secretaria-geral e do SIRESP.
Luís Neves afirma que a PSP agiu dentro da lei.
No início da semana Ricardo Carrilho, secretário-geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), foi demitido pelo ministro, Luís Neves.
Em entrevista ao canal NOW, o antigo secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho, denunciou pressões ilegítimas e interferência política por parte de Luís Neves.
Em entrevista ao canal NOW, o antigo secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho, denunciou pressões ilegítimas e interferência política por parte de Luís Neves.
O secretário-geral do Ministério da Administração Interna, demitido na segunda-feira, lançou várias suspeitas à SIRESP SA, nomeadamente que recebe anualmente a indemnização compensatória de cerca de 26 milhões euros.
O antigo secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho, considera a sua exoneração pelo ministro Luís Neves um "atentado ao Estado de direito".
Cerca de 100 agentes da PSP, alguns vestidos de negro, e outros tantos da GNR convergiram, ao final da tarde, para a Avenida dos Aliados, numa marcha silenciosa, mas com as reivindicações expostas no cartazes que transportavam.