Professores podem avançar para greve

Cátia Andrea Costa 18 de abril de 2017

Descongelamento de carreiras e progressões salariais de docentes e funcionários escolares são duas das reivindicações

Os professores podem avançar para uma greve se o Governo não se comprometer a descongelar carreiras e progressões salariais de docentes e funcionários escolares e a negociar um regime especial de aposentação já em 2018. 

Estas são as principais conclusões saídas do plenário de sindicatos da Federação Nacional de Educação que decorreu esta segunda-feira, e durante o qual foram aprovadas duas moções - uma para docentes, outra para não docentes - por "unanimidade e aclamação" adiantou à Lusa o secretário-geral da estrutura, João Dias da Silva, depois de terminado o encontro na sede da União Geral de Trabalhadores (UGT), na qual a FNE é federada.

A menção explícita à greve foi um acrescento às moções iniciais, a que a FNE admite recorrer "se houver necessidade e dependendo do que forem as posições que o Governo tomar relativamente às matérias mais importantes, e que têm a ver com a organização do tempo de trabalho dos professores, o descongelamento das progressões e a aposentação", explicou Dias da Silva.

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