O negócio milionário das drogas do sexo

Tiago Carrasco 22 de novembro de 2017

Prometem desempenhos sexuais a preços baixos, mas podem provocar ataques cardíacos e dependência psicológica. Em alguns comprimidos já foram encontrados metais pesados, arsénio, cera e tintas.

João F. começou a consumir álcool e drogas ainda na adolescência sem nunca pensar que o seu maior vício seriam os potenciadores sexuais: chegou a tomar três por dia. Aos 25 anos, então estudante de Engenharia do Ambiente e DJ aos fins-de-semana na zona de Almada, levava uma vida sexual bastante activa: tinha várias parceiras e participava em orgias organizadas através de um fórum virtual de que era membro. "Como não queria que me reconhecessem perto de casa, corria todas as sex shops da Margem Sul do Tejo para comprar estimulantes.

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