Os dois únicos administradores da CGD em plenas funções não continuam, mas deverão cobrar a saída. As Finanças não dizem o preço. E a CGD nem revela se lhes pagou a formação obrigatória
Os dois únicos administradores em plenitude de funções na CGD são Tiago Ravara Marques e Pedro Leitão. Problema: não vão transitar para a equipa de Paulo Macedo, mas não não renunciaram a funções na anterior, liderada por António Domingues, o que quer dizer que para serem dispensados terão direito a exigir indemnizações. De que valores? Há negociações com a tutela? O ministério das Finanças não respondeu a estas questões, colocadas pela SÁBADO. Na CGD, a convicção prevalecente é a de que não teriam aceitado ficar até que a equipa de Paulo Macedo possa entrar em funções (falta o ok do BCE) sem que tenha havido uma negociação nesse sentido. Contemplando uma indemnização, ou até, eventualmente, outra forma de compensação – há mesmo quem admita um cenário em que ficariam na instituição, com outro tipo de funções. É essa a questão que as Finanças não esclarece: o custo da actual situação, decorrente do desfazer da administração de Domingues. Em termos de possíveis indemnizações, os dois gestores terão direito, cada um, a receber o salário da totalidade do mandato, até 2019, um valor que se rondaria pelo menos os 700 mil euros.
Exclusivo SÁBADO: Ainda há custos por conhecer na CGD
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